terça-feira, 25 de junho de 2019.
Fortaleza, Ceará, Brasil.

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Era isso que o Ely queria

Macário Batista

Colunista - Política

sexta-feira, 28 de dezembro 2018

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A poucos dias da posse, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, reafirmou, na véspera do Natal, a defesa dos interesses da população e do desenvolvimento do País. Em mais uma postagem em sua conta no Twitter, Bolsonaro disse que, assim que assumir, vai revogar decisões tomadas em diferentes áreas que não têm beneficiado os brasileiros. “Inúmeras regulamentações, em todos os setores, que só servem para arrecadação e entraves de desenvolvimento, sem nenhum retorno prático ao cidadão, irão ser revogadas rapidamente em meu governo”, destacou. Desde a campanha eleitoral, a equipe de transição tem como principal bandeira a redução dos gastos e estrutura da máquina pública. “Menos interferência do Estado significa melhores condições de vida ao brasileiro”, voltou a defender Bolsonaro, na manhã de segunda-feira. Pelo visto ao negarem a cidadania pedida pela inteligência do Ely Aguiar, que deixa de ser deputado depois de amanhã, os colegas lá dele deram um tiro no pé. Se Bolsonaro fosse cidadão cearense, como queria Ely Aguiar, de certo, diminuiriam as áreas de Zona Azul em Fortaleza. Quem sabe até baixariam os novos custos do IPTU em Fortaleza e Sobral. E os alvarás. E mais: abririam novos stands de tiro e pistolas modernas poderiam ser compradas pro lugar desses 38 velhos, enferrujados que a turma aluga pra fazer assalto. É uma pena que a coluna que encerra o ano seja de lamento, mas negar cidadania a Bolsonaro pode não ter sido de bom alvitre para o Ceará. Será que enredar pra Francisco pode melhorar?

O Lira Neto vive o drama. Há, entre muitos portugueses, mesmo no meio intelectual e acadêmico (o que inclui, sobretudo, historiadores), um tema espinhoso, quase tabu: reconhecer a colonização como um crime. Há, no limite, quem chegue a relativizar os horrores da própria globalização da escravidão dos africanos promovida por Portugal. Nesse cenário, o jornal “Público” traz um importante debate sobre a hipótese de restituição de objetos e documentos às ex-colônias, como aspecto de uma possível política de reparação. Vale a leitura. Muito embora, a certa altura, o texto refira-se à colonização como “um dos episódios mais tristes da História Universal”. Em uma discussão sobre a violência física e simbólica da colonização e as suas múltiplas formas de discriminação social, econômica e étnica, pareceu-me um óbvio ato falho. Lira participa, no Porto, de seminário internacional sobre os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Molecagem cearense
Pessoal do Ceará anotou que João de Deus é hétero. Não apareceu nenhum homem reclamando que foi assediado por ele. Ou…
O mínimo
O Congresso Nacional aprovou o novo valor do salário mínimo que pode ser de R$ 1.006 a partir de 1º de janeiro de 2019, caso seja sancionado pelo presidente Michel Temer.
Tem quem some
pra diminuir
O reajuste de 5,45% deve trazer impacto de mais de R$ 2,3 bilhões para as finanças municipais no próximo ano. R$1.006,00 da US$ 250. Sabe o que cê faz com US$ 250?
Esperava isso
do senador
Não quero 54 assessores, bastam 24, Não preciso de carro oficial, tenho o meu. Não quero apartamento funcional. Eduardo Girão oficiou isso ao Senado.
Nem eles se entendem
Depois que a TAM virou Latam, o saudoso comandante Rolim deve ter sofrido muito, se estiver vendo as cenas dos próximos capítulos.
Aviões não
voam e voam
A última foi de cocheira; a Latam divulgou que um A350 que iria de Guarulhos a Paris decolou e voltou com problenas técnicos. Depois, informou que o avião nem saiu da pista
E agora?
Por mais que se queira dar um “guenta” no assunto, não dá. A Latam botou pra rodar, aqui,do Brasil, avião antigo e os novinhos servem ao Chile, onde a LAN comprou a TAM. Entendeu?

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