terça-feira, 13 de novembro de 2018.
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Espiões cubanos terão de abandonar o Brasil

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

quinta-feira, 08 de novembro 2018

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Não é o momento
Jair Bolsonaro nega planos de dar seguimento ao aumento de 16% do Judiciário

L ogo após a posse do presidente Jair Bolsonaro, em janeiro, o governo terá de enfrentar um problema simbólico: a retirada imediata, talvez mediante expulsão, de centenas de espiões cubanos, em sua maioria, e também venezuelanos instalados no Brasil durante os governos Lula e Dilma. A maior parte dos “agentes de inteligência” de Cuba chegou ao Brasil em meio aos dez mil cubanos do programa “Mais Médicos”. A ditadura usa seus médicos e também os agentes como mercadorias.

Monitoramento
Arapongas cubanos vigiam os compatriotas do “Mais Médicos” e, ao mesmo tempo, monitoram as autoridades brasileiras dos três poderes.

Soberania no lixo
Admiradora da eficiência dos espiões cubanos, Dilma Rousseff propôs “acordo de cooperação” com a ditadura na área de “inteligência”, mas recuou.

Assunto inadiável
O general Augusto Heleno, a quem a Agência Brasileira de Inteligência ficará subordinada, admitiu ter tomado conhecimento informal do tema.

Padrão ditadura
A segurança pessoal do ditador Nicolás Maduro e o serviço secreto da Venezuela estão a cargo de cubanos, considerados muito violentos.

Escolha feliz
Executivo arrojado e funcionário de carreira do órgão, Júlio Cesar Reis sempre foi considerado uma escolha feliz do atual governador do Distrito Federal.

F1 em Brasília
O presidente da Terracap definiu prioridades com Ibaneis, incluindo fechar parcerias no autódromo para sediar a Fórmula 1 em Brasília.

Mané será privado
Outras parcerias com o setor privado devem avançar, em Brasília. A gestão do Estádio Nacional Mané Garrincha será logo privatizada.

TCU na OAB
O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu submeter as contas da OAB à fiscalização, como esta coluna antecipou ontem. A entidade, que não recebe recursos públicos, não vai se conformar com a decisão.

Molecagem contra o País
A decisão de senadores enrolados na Justiça de aprovar o aumento bilionário do Poder Judiciário foi uma molecagem contra as contas públicas: o País quebrado gastará até R$ 6,5 bilhões com isso, só no primeiro ano.

No lugar certo
Com corajosa atuação em defesa do agronegócio, único setor que só dá boas notícias ao Brasil, a deputada Tereza Cristina será a 122ª pessoa a assumir o Ministério da Agricultura, e a segunda mulher.

Suspeitíssimo
A Caixa suspendeu uma licitação no valor de R$ 120 milhões para contratar três agências de “live marketing”. Órgãos controladores questionaram as suspeitas de direcionamento reveladas no site Diário do Poder.

Tricô gaúcho
Gaúchos e colorados fanáticos, o atual ministro de Governo, Carlos Marun, e o futuro ministro da Casa Civil, Onix Lorenzoni, tricotaram sem parar durante a coletiva dos presidentes Temer e Bolsonaro.

Tudo como sempre
Historicamente, nos EUA, o partido do presidente eleito tem a maioria na Câmara durante os dois primeiros anos do primeiro mandato. Nos outros dois anos, vira. Foi assim com Clinton, Bush, Obama e Trump.

General Simpatia
O futuro chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, caiu nas graças das pessoas que estavam no Planalto durante a visita de Bolsonaro, ontem. Era só simpatia

Alô, Procon
Clientes Cetelem, operadora de cartões, foram alvos de uma armadilha criminosa. Ao fazer a leitura do código de barras na fatura, o valor do pagamento é inserido automaticamente. Até aí tudo bem. Mas não o total da fatura, é o valor mínimo. O restante terá juros de 732,43%.

Pergunta na Justiça
Além de matar quatro covardemente, o que o “ativista” Cesare Battisti precisa fazer para ser chamado de terrorista na imprensa brasileira?

Prefeito de Colina (SP) nos anos 60, João Paro era sempre o primeiro a chegar a qualquer evento. Até nos enterros. A oposição tentava sempre se antecipar, mas não conseguia. Até que um dia morreu um habitante muito querido na cidade. Os oposicionistas correram para lá e, ao chegarem, não acreditaram. João Paro não estava lá. Até que veio a surpresa: abriu-se a porta do quarto do morto. Três homens terminavam de vestir o corpo. Dois eram da funerária. O terceiro era João Paro.

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