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Falência

Rubens Frota

Economia

sexta-feira, 17 de março 2017

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Com 12 fábricas, detendo 13% do mercado de cimento no Brasil, acaba de falir, oficialmente, o Grupo João Santos, dono da marca Nassau. A Nassau produzia 6,4 milhões de toneladas de cimento. Mas, o Grupo João Santos não era só cimento. Tinha usinas de açúcar e etanol, de papel e celulose e uma rede de comunicação, a Rede Tribuna. No epicentro dos atrasos salariais e desvalorização de seus produtos está a questão familiar. Uma reportagem produzida pela revista Isto É Dinheiro, em 2010, já anunciava a crise instaurada que, mais cedo ou mais tarde, resultaria na situação local. No entanto, o império do Grupo começou a andar mal das pernas há sete anos, na ocasião da morte do patriarca e presidente do conglomerado, João Pereira dos Santos. Segundo a reportagem, a briga pelo controle do grupo teria de um lado Fernando Santos, José Bernadino Santos e Maria Clara Santos, filhos de João Santos, e do outro lado, as irmãs de João Santos, Ana Maria Santos e Rosália Santos, além de Alexandra. Rodrigo e Maria Helena, filhos do primogênito João Santos Filho, que faleceu na década de 80. As discórdias entre os parentes de João Santos começaram em 2009, durante o inventário de bens deixado por ele.

Líderes
Três empresas de telefonia lideram o ranking de reclamações nos Procons em 2016, de acordo com dados divulgados ontem, 16, pelo Ministério da Justiça. A Claro (juntamente com Embratel e Net) ficou em primeiro lugar, com 179.841 reclamações, seguida pela Oi (fixo e celular), com 163.627, e Vivo (que inclui Telefônica e GVT), com 154.244 registros.

No ranking
Em quarto lugar está o Bradesco (juntamente com o HSBC), com 84.460 reclamações, seguido por Itaú (75.586), TIM/Intelig (67.814) e o grupo que inclui Casas Bahia, Ponto Frio, Extra e Pão de Açúcar (66.108).

FGTS
Depois de dois anos seguidos de recessão, a notícia de que 30 milhões de brasileiros poderão sacar o dinheiro depositado nas contas inativas do FGTS está mobilizando os principais bancos do País, que vêm adotando estratégias típicas de e-commerce para garantir uma fatia maior do bem-vindo recurso – mais de R$ 40 bilhões – que circulará na economia. A ideia das instituições é convencer o consumidor a poupar ou pagar dívidas, em vez de comprar produtos.

Estratégia
Para dar conta da tarefa, bancos como Santander e Bradesco formaram parcerias com o Google para “perseguir” o consumidor não com anúncios de aparelhos de televisão e máquinas de lavar, mas com ofertas de renegociação de débitos e de investimentos. “A gente está começando a funcionar como uma loja on-line”, define o diretor da plataforma multicanal do Santander, Cassius Schymura. Nesse caso, diz o executivo, os bancos têm a vantagem de saber de antemão o histórico financeiro do cliente – se ele está pendurado em dívidas ou se terá condições de fazer um investimento.

Dinheiro na mão
A estratégia de conquistar a preferência dos trabalhadores com dinheiro a receber se intensificou desde a semana passada, quando começou o calendário de saques. Afinal, é preciso chamar a atenção enquanto ele ainda está com dinheiro na mão. E o interesse pelo assunto nunca esteve tão forte. Segundo o Google, as buscas com a sigla FGTS foram 17 vezes superiores à média da procura sobre o tema entre os meses de janeiro e novembro de 2016.

Lucrando
A Estácio Participações teve lucro líquido de R$ 124 milhões no quarto trimestre ante resultado positivo um ano antes de R$ 53 milhões, em resultado apoiado em alta de receitas e queda nas despesas. No ano, o lucro somou R$ 368 milhões, uma queda de 16,4% em relação a 2015, de acordo com balanço.

Estácio
A empresa teve geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização de R$ 217 milhões nos três últimos meses de 2016, mais que o dobro do resultado obtido no mesmo período de 2015. A companhia de educação superior privada, que está se preparando para ser adquirida pela rival maior Kroton, teve alta de 8% na receita líquida do período, para R$ 797 milhões.

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