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‘Fechado’, ex-escritório de Rose ganha reforma

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

terça-feira, 08 de janeiro 2013

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• Fechado pela presidenta Dilma logo após o escândalo de corrupção e tráfico de influência revelado pela Operação Porto Seguro, que demitiu a ex-chefe Rosemary Noronha, a “Rose”, o escritório de representação em São Paulo será mantido nos trinques, com interiores, fachada e piscina tratada. A licitação para a manutenção da casa na capital paulista será no próximo dia 21, e poderá custar até R$ 45,4 mil anuais.  

• Palavras ao vento – Ao demitir Rose, ex-assessora especial de Lula, Dilma anunciou que despacharia em 2013 na sede do Banco do Brasil ou na Petrobras. 

• Liberdade de imprensar – A Venezuela ameaça extraditar o jornalista francês Adé Caldeira, da Rádio Arcoense de Caracas, por uma charge de Chávez no Facebook.
• Ninguém é de ferro – Após participar de cinco posses no primeiro dia de janeiro, o senador Pedro Taques (PDT-MT) aproveita o restante do recesso nos EUA.

• Disco arranhado – O deputado Domingos Dutra (MA) ameaça mais uma vez deixar o PT caso não seja feita “oposição real à oligarquia Sarney” no Maranhão. 

Randolfe é provável
candidato do PSOL em 2014

• O senador Randolfe Rodrigues (AP) é o nome mais cotado no PSOL para disputar a Presidência da República. Membros do partido avaliam que Randolfe ganhou projeção nacional como integrante da CPMI do Cachoeira. Além disso, em 2014, ele terá mais quatro anos de mandato no Senado pela frente e não sairia prejudicado por disputar as eleições. O PSOL-AP defende a candidatura do senador ao governo do Estado. 

• Volta Heloísa – Ala do PSOL defende a vereadora Heloísa Helena (AL), presidenciável em 2006, novamente candidata ao Planalto em 2014.

• Em nome das causas – O deputado Jean Wyllys (RJ) abriu mão da liderança do PSOL para Ivan Valente (SP): “As causas em que atuo exigem muita dedicação”.

• Photoshop – Pelos cálculos oficiais da Prefeitura do Rio, uma Porto Alegre inteira e meia Curitiba foram ao Réveillon em Copa. Lindo, mas exagerado.

• Radar econômico – O deputado José Genoino (PT-SP) deverá ir com menos sede ao pote da cota parlamentar que lhe resta em 2013. Nos recessos de janeiro e fevereiro de 2010, gastou R$46 mil; em fevereiro e março de 2009, R$ 33 mil, e em 2008, modestos R$23 mil nas despesas de praxe.

• Unânime – Em campanha pela Presidência da Câmara, o líder do PMDB, Henrique Alves (RN), realizará jantar com a bancada de Pernambuco no próximo dia 22. A expectativa é de presença dos 25 deputados.  

• Déjà vu – No penúltimo ano de mandato, Dilma entrou na fase “esqueçam o que eu disse”: discutirá urgentemente possível racionamento de energia, menos de 15 dias após considerar “ridículo” falar dessa possibilidade.
• Faça a coisa certa – Até para não pairar dúvida sobre quem pagou, Dilma poderia ter escolhido uma lancha caracterizada da Marinha ou do Ministério da Pesca, para o passeio de domingo (7), último dia de férias da Bahia.

• Chega de PSDB – A Executiva Nacional do PPS fará encontro nesta quarta (9) em São Paulo para discutir plano estratégico para as eleições de 2014. O partido busca alternativas ao Planalto fora da polarização PT-PSDB.

• Controle remoto – A empreiteira OAS, do “Amigo sogro”, vendeu os 30% de participação no grupo de família Magalhães, rádio, TVs e jornais, do falecido senador ACM, à EPTV, da família Coutinho Nogueira, filiada da Globo em Campinas, São Carlos, Ribeirão Preto (SP) e Varginha, em Minas. 

• Aventureiro – O deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) se aventurou fazendo trilha do Novo Parque Serra Curral, em Belo Horizonte. Realizou o percurso debaixo de sol forte, mas confessou em seu Twitter: “a idade pesa!” 

• Assim é fácil – O Itaú, que posa de benemérito cultural, terá R$30 milhões para atividades do Instituto Itaú Cultural, bancados por renúncia fiscal da Lei Rouanet. O banco deduz do imposto e quem pagará é o contribuinte.

O PODER SEM PUDOR
Consumidor distraído

Participando de uma excursão parlamentar a Nova York, o deputado Germano Rigotto (PMDB-RS) chamou os colegas para acompanhá-lo à conhecida loja Macy’s. Queria comprar umas roupas. Vaidoso, Rigotto acabou impacientando os deputados com a demora na escolha. Decidiu ir embora. Já de saída, ele se voltou para o atônito vendedor, cheio de roupas penduradas nos braços, e gritou em bom sotaque gaúcho:
– Guarda tudo que volto amanhã, tchê!
O vendedor nada entendeu, nem os colegas de Rigotto, que até hoje não sabem se ele brincava ou esqueceu que ali o idioma era outro.

• COM TERESA BARROS E TIAGO DE VASCONCELOS

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