sábado, 21 de setembro de 2019.
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Gastão estuda devolução de impostos a turistas

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

quarta-feira, 16 de janeiro 2013

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• O Ministério do Turismo estuda reembolsar parte dos impostos cobrados dos turistas estrangeiros sobre produtos brasileiros. Para o ministro Gastão Vieira, o País precisa criar incentivos, sobretudo às vésperas de eventos como a Copa das Confederações e a Copa do Mundo. “O Brasil não dá atrativos, continuamos com a média de cinco milhões de turistas por ano, sendo metade da Argentina”, lamenta.

• Prática comum – Na Europa, turistas são ressarcidos dos impostos de suas compras no aeroporto, em dinheiro vivo ou por meio de crédito no cartão.  

• Quem gasta mais – Segundo Gastão Vieira, a prioridade hoje são turistas de países do Brics (Rússia, Índia, China e África do Sul) e Canadá, os gastadores.
• Alternativa – A má notícia: Lula vai falar… em Cuba. A boa: o “cumpanhêro” Hugo Chávez desconhece a fama nacional de pé-frio do ilustre visitante.

• Pergunta na fila de lobistas – Se automóveis vendem menos por serem caros, por que a indústria não fica mais eficiente e reduz custos, em vez de pedir redução de IPI?

Plano de saúde dos
servidores em nova crise

• Está feia a coisa na Geap, plano de saúde de servidores federais, onde já se fala em intervenção, apesar de a Anasps (associação dos servidores da Previdência) acusar a agência reguladora ANS de fazer vistas grossas. Último diretor-executivo da Geap, Paulo Eduardo Gomes da Silva, indicado pelo PMDB-PB, foi nomeado em julho e demitido quatro meses depois. Ganhava R$ 45 mil por mês.

• Falhanço – Gomes da Silva substituiu um bancário formado em educação física, Carlos Célio, para gerir rombo de R$ 300 milhões nas contas da Geap.

• ‘Sócios’ de olho – O problema é o patrimônio do pecúlio da Geap, avaliado em R$ 2 bilhões, que atraem os dois “sócios” do plano de saúde: PMDB e PT.

• Mico alado – O Paraguai, quem diria, deu alerta especial aos turistas contra o novo tipo de dengue “importado” de uma republiqueta chamada Brasil.

• Fogo próximo – Quem pensava que eram “fogo amigo” as denúncias contra Henrique Alves (PMDB-RN) mudou de opinião após o ministro Garibaldi Alves (Previdência) revelar que tratou de emendas com o assessor do primo.

• Cargo em vista – O líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP) e a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais), participaram da reunião da presidenta Dilma com o líder do PR, Lincoln Portela (MG), segunda.

• Especulação – Para o presidente do PSDB-MG, Marcus Pestana, “não fazem sentido” as notícias de que José Serra (SP) pode deixar a sigla: “Ele é fundador, pode ajudar na reformulação do PSDB ou sair candidato ao Senado”.   

• Sob investigação – A corregedoria da Receita Federal já investiga assédio moral de fiscais a passageiros, no desembarque internacional do aeroporto de Brasília. E o inspetor-chefe da Alfândega, Alexandre Martins Angoti, disse que servidores são treinados e orientados a agir com urbanidade e respeito.

• Sobrou para nós – Sob patrocínio da Caixa Econômica Federal, o Corinthians pagou mais de R$ 40,5 milhões (€ 15 milhões) pelo passe de Alexandre Pato. Portanto, como lembra um leitor, quem paga o Pato é o contribuinte.

• Mensaleiros, não – Em campanha para presidir a Câmara, a atual vice, deputada Rose de Freitas (PMDB-ES), ao contrário do nanopresidente Marco Maia (PT-RS), promete cumprir todas as decisões do Supremo Tribunal Federal.

• Manifesto – Cristovam Buarque (PDT-DF) enviou carta a colegas criticando a “ineficiência” do Senado e cobrando compromisso do próximo presidente em votar reforma política e novo plano de Educação.

• Ainda não – A Receita Federal informa que o subsecretário de Aduana e Relações Internacionais, Ernani Checucci, não foi ao Azerbaijão, mas recebeu o embaixador em Brasília para futura visita do diretor da Receita de lá.

• Pensando bem… – …para a oposição, na Venezuela, presidente bom é presidente morto.

O PODER SEM PUDOR
Viajante imprevisto

O embaixador Rubem Cattan estava no Bar do Museu, em São Paulo, e resolveu ajudar o amigo Leão Nogueira, de pileque, a acomodar-se no banco de trás de um táxi. O homem deu trabalho. Mas ao fechar a porta do carro, o embaixador ainda ouviu um diálogo curto e grosso, entre o motorista e o cambaleante passageiro:
– Para onde o doutor vai?
– Jamais saberás! – exclamou Nogueira, desfalecendo no segundo seguinte.

• COM TERESA BARROS E TIAGO DE VASCONCELOS

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