quarta-feira, 16 de janeiro de 2019.
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"você jamais será livre sem uma imprensa livre." - Venelouis Xavier Pereira

Lula preso e Bolsonaro eleito na glória de Deusxxx

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

segunda-feira, 31 de dezembro 2018

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É preciso paz, justiça, segurança,
responsabilidade
Presidente Michel Temer, ao definir alguns
dos princípios básicos para o País
Que ano foi este?! Foi o ano em que finalmente já não colou a surrada desculpa do “eu não sabia” ou de atribuir a “um amigo” as propriedades que acumulou como propina, e o ex-presidente Lula virou presidiário. Foi o ano em que nem mesmo uma facada tirou Jair Bolsonaro da vitória na disputa pela presidência da República. Ano em que a vereadora Marielle foi mais uma mulher assassinada no Brasil. O ano em que o Cabo Daciolo, com Deusxxx no discurso, atingiu a glória. Veja nesta edição a tradicional premiação anual da coluna.
Troféu “EleNão”
Ciro Gomes, agora no PDT, conseguiu ser derrotado novamente na disputa pela Presidência da República.
Prêmio Maria
Antonieta
Vai para o Supremo Tribunal Federal, que só faltou distribuir brioches para os brasileiros inconformados com o aumento-jumbo que os ministros se deram, mesmo sabendo do bilionário efeito-cascata.
Ali Babá de Ouro
Lula saiu do armário para entrar no xilindró, onde encontrou à sua espera o troféu de Ali Babá de Ouro, com o qual pode finalmente assumir a chefia dos 40 mensaleiros e os 300 da Lava Jato.
Prêmio Viúva Porcina
O troféu vai para os integrantes do CNJ, que tornou o anunciado “fim do auxílio-moradia dos magistrados” naquilo que foi sem nunca ter sido.
Taça ‘Bolsa Família’
Vai para Joesley & Cia, que, presos e processados por tantas falcatruas, lucraram este ano mais de R$2 bilhões em seus negócios.
Samambaia de plástico
Marina Silva (Rede) ganha novamente o prêmio máximo desta modalidade, após obter o pior desempenho eleitoral de sempre, arrastando o próprio partido para o caminho do brejo.
Fala Muuuuito
Tite, técnico da Seleção brasileira, especialista em embromation, ganha o troféu Língua de Trapo, que fracassou na Copa do Mundo e ainda convenceu o comando da CBF a mantê-lo no comando da Seleção.
Prêmio óleo de peroba
Lula arrebatou este prêmio mais uma vez, já no fim do ano, categoria hors concours, ao tentar comparecer ao velório de Sigmaringa Seixas. Logo ele, que, mesmo solto, não foi nem ao enterro de dois irmãos.
Avestruz de Bronze
Dividem o prêmio as turmas do #MexeuComUmaMexeuComTodas” e do “#EleNão”, que não abrem o bico para condenar o médium tarado e nem mesmo em solidariedade das mulheres que ele abusou.
Troféu ‘Conta Outra’
Vai para Tiririca, palhaço-deputado para quem pior não ficaria, mas ficou, anunciou o fim da carreira política e desistiu da desistência. A plateia como sempre, receberá narizes vermelhos na premiação.
Besteirol de Ouro
Em votação unânime, a Folha arrebata o prêmio com a incrível história de “impulsionamento de mensagens” pró-Bolsonaro nas redes sociais, afinal desmentida enfaticamente ao TSE por Twitter, Facebook etc.
Te vejo no Século 23
O troféu é, com todos os méritos, do ex-governador Sérgio Cabral, aquele que roubou com a mão na cabeça para não perder o juízo, e agora tem 200 anos de cadeia para cumprir.
Na Trave 2018
O presidente do MDB e senador Romero Jucá (RR) não foi reeleito para o Senado por menos de quinhentos votos. É o ganhador do prêmio Na Trave 2018.
Prêmio Cheirinho
Patrocinado pelo Flamengo, o prêmio Cheirinho 2018 vai para o deputado Jean Wyllys (Psol), que por alguns dias esteva reeleito, mas logo depois perdeu a vaga e virou suplente.
Tijolo de Ouro
O caneco vai para Donald Trump, que “desligou” o governo na luta para construir seu muro na fronteira mexicana. Para receber cobiçado troféu, Trump precisa obter visto no consulado do Brasil em Washington.
Prêmio esculhambação
O apego à expressão, que repetia incansavelmente, valeu ao ex-candidato Guilherme Boulos o Troféu Esculhambação 2018, reforçado pelas imitações fajutas de um certo presidiário, seu ídolo.
Pensando bem…

…que 2019 só não seja melhor que 2020.

Nepetismo militante

Durante o governo Lula, Câmara debatia a emenda que proíbe o nepotismo no serviço público, quando o deputado tucano Zenaldo Coutinho (PA) arrancou gargalhadas ao ilustrar, com uma história, a fome do PT por cargos. Ele contou que um colega estava à procura de alguém para casar, mas fazia uma exigência: a pretendente deve ser petista. “Por que?”, perguntou-lhe Zenaldo Coutinho. A resposta: “Ela já vem empregada no governo federal…”

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