sábado, 21 de setembro de 2019.
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Maia pede cargo a Dilma para fugir do baixo clero

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

quarta-feira, 23 de janeiro 2013

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• A poucos dias de deixar a presidência da Câmara para voltar ao “baixo clero”, o deputado Marco Maia (PT-RS) pede aliados para persuadirem a presidenta Dilma a oferecer-lhe um ministério, a liderança do governo ou a presidência de uma estatal. Maia acha que tem “crédito” junto à presidenta Dilma, mas no Planalto é visto como um político menor, que importunava com ameaças, caso seus pedidos não fossem atendidos. 

• Apenas um nanico – Espécie de “Severino Cavalcante do PT”, Marco Maia sempre passou a impressão de não ter a dimensão do cargo de presidente da Câmara.

• Rei do ‘varejo’ – Como presidente da Câmara, Marco Maia chegou a boicotar eventos no Planalto “irritado” com a demora no atendimento dos seus pedidos.
• Atitude exemplar – Em conversas reservadas, Dilma destaca o “comportamento digno” de José Sarney de saída da presidência do Senado. Nem cita Marco Maia.

• Redefinições – O deputado Fábio Ramalho (PV-MG) está na expectativa de assumir a presidência de comissão pelo bloco PV-PPS. Mas o PSD também quer.

mp investigará ong que “detonou” ex-ministro
• O Ministério Público Federal abriu inquérito para investigar denúncias de superfaturamento de pelo menos R$ 4 milhões da ONG Instituto Contato, de Florianópolis (SC), na gestão do ministro de Esportes Orlando Silva, apanhado comprando tapioca com cartão corporativo. O atual ministro Aldo Rebelo suspendeu os contratos com a ONG no projeto Segundo Tempo pelos supostos desvios entre 2009 e 2010. 

• Novo emprego – Orlando Silva virou vereador em São Paulo, pelo PCdoB, graças à convocação do titular para o secretariado de Fernando Haddad. 

• Você decide – Dilma deu novo “jeitinho” econômico à la Mantega: primeiro anunciou na TV redução da conta de luz. Depois anunciará aumento da gasolina.

• Ele merece – O tradicional baile do Siri na Lata, em Recife, homenageará Lula com um uniforme de presidiário, sexta (1º). Mensaleiros terão só camisa.    

• Sua Alteza – Nem lady Diana, que morreu fugindo dos paparazzi em Paris, impediu o assédio de jornalistas. Mas “dame” Rosemary Noronha, ex-assessora de Lula, conseguiu na Justiça impedir que repórteres se aproximem.

• Chama o Delfim – José Dirceu chamou o PT de “vencedor”, em seu blog, com estatísticas de crescimento econômico de 4,6% na era Lula, contra 2,3% com FHC. “Esqueceu” o pibinho de Dilma, cuja reeleição ele contesta.

• Queimado – Petistas dizem que Ricardo Berzoini (SP), cotado para substituir Arlindo Chinaglia (PT-SP) na liderança do governo, está queimado no Planalto. Votou contra orientação do governo sobre o fim do fator previdenciário.

• Glub-glub – A seis meses da Copa da Confederações e a menos de dois anos da Copa, o Rio alagou com a chuva nos mesmos locais, como ocorre há cem anos. Governo e prefeitura deveriam criar o vale-bote.

• Com a macaca – No rastro de “Dilma Bolada” no Facebook, agora surge o “Prefeito Netinho”, perfil falso do prefeito de Salvador ACM Neto (DEM-BA): “Sou prefeito, sou fake, sou retado, mas pode se curvar e dizer “Ave Neto”.

• Ser ou não ser – O deputado Devanir Ribeiro (SP) garante que seu compadre Lula não vai disputar a presidência da República em 2014 ou 2018: “Ele vai é cuidar dos bisnetos, para desgosto da oposição”.  

• Como tapioca – É dobrado o contracheque de Tadeu Alencar, chefe da Casa Civil do governo de Pernambuco. Somando o salário de procurador da Fazenda Nacional, ele supera teto de servidor da União em mais de R$ 2 mil.

• Evo viu a coca – O presidente maluquete da Bolívia, Evo Morales, terá nova empreitada, diz a imprensa local: legalizar a exportação de folha de coca, após a despenalização do produto na ONU, com o apoio do Brasil e Espanha.

O PODER SEM PUDOR
Meu mundo
é a província
Certa vez disseram ao mineiro Benedito Valadares que o jornal Correio da Manhã havia publicado um artigo com pesadas críticas a ele, segundo relato de José Flávio Abelha em seu livro “A Mineirice”.
– E daí? – minimizou Valadares.
– E daí, senador, é que o senhor foi muito atacado. Uma tentativa de desmoralizá-lo. Um despautério! – insistiu o bajulador.
– Não tem importância. Em Pará de Minas esse jornal só tem um assinante. E ele é meu compadre…

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