segunda-feira, 18 de março de 2019.
Fortaleza, Ceará, Brasil.

"você jamais será livre sem uma imprensa livre." - Venelouis Xavier Pereira

Medo de ataque e de chuvas afastou as pessoas

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

quarta-feira, 02 de janeiro 2019

Imprimir texto A- A+

É urgente acabar com a ideologia que defende bandidos e criminaliza policiais
Presidente Jair Bolsonaro, no Parlatório, após receber a faixa presidencial

Aavaliação de especialistas é que, apesar de haver superado outras posses, a multidão na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, ontem (1º), poderia ter sido muito maior, mas as pessoas se assustaram com as medidas de segurança rigorosas, como prenúncio de tragédia, e a ameaça de fortes chuvas inibiram muitas pessoas e as afastaram da cerimônia. A estimativa é que mais de 300 mil estiveram na Esplanada, mas a Polícia Militar do Distrito Federal já não faz os cálculos oficiais.

PM com trauma
A PM-DF não calcula multidões desde a manifestação de 30 de setembro, sob o mote “#QuemMandouMatarBolsonaro?”

Dúvida que ofendeu
Na ocasião, parte da imprensa pôs em dúvida os cálculos da PM do DF, que se ofendeu e decidiu não dar chancela oficial às estimativas.

Clientela desconfiada
Para a PM, a imprensa revelou com seus questionamentos não confiar nos cálculos que fazia exatamente para atender a pedido de jornalistas.

A maior de sempre
Para brasilienses experientes, a multidão de ontem superou as posses anteriores e eventos como a missa campal do Papa João Paulo II.

Bolada diária
A PF estima em R$ 10 mil diários o custo para manter Lula fora de presídio. O custo médio dos presos no Brasil é de R$ 2,5 mil por mês.

Dá trabalho
A presença de Lula exige destacamento de agentes extras e sistema de segurança reforçado.

Hospedagem
Preso em Curitiba, Lula, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro fica em sala individual, com TV e banheiro, incluindo água quente.

Ela vai marcar época
A primeira-dama Michelle ganhou o jogo da posse. Discurso em libras, a reação ao “intérprete” do Hino Nacional e a empatia com a multidão mostram que seu protagonismo não se limitará ao veto a Magno Malta no ministério.

Emoção do vice
O tom marcial do juramento Hamilton Mourão revelou a emoção e o orgulho do momento histórico, ainda que muita gente tenha avaliado que o vice-presidente, mesmo na reserva, ainda calça coturno.

Tensão no hospital
Após a posse acabou a tensão no Hospital das Forças Armadas (HFA), um dos mais arrumados de Brasília. Foi ocupado até por blindados. Era o hospital de referência para o caso de feridos durante a cerimônia.

Seguindo o dinheiro
Forças de segurança identificaram a origem das ameaças a Bolsonaro e familiares e agora investigam a movimentação bancária dos suspeitos, integrantes de facções criminosas que controlam presídios.

FHC se apequenou
Os ex-presidentes José Sarney e Fernando Collor (o primeiro a chegar) não são da turma de Bolsonaro, mas tiveram a grandeza de ir à posse. Para “democratas” da laia de FHC, democracia só vale quando eles vencem. Como diria o falecido Serjão, FHC se apequenou ainda mais.

É um mala
O presidente mala Evo Morales nem sequer corou ao chamar Jair Bolsonaro de “irmão presidente”. Deve ser medo que ele cobre dívidas bilionárias da Bolívia, fora a refinaria da Petrobras estatizada à força.

Segurança funcionou
Os mais de 6 mil agentes de segurança não registraram um único incidente de violência ou crime entre as centenas de milhares de presentes na Esplanada dos Ministérios e Praça dos Três Poderes.

Sem perdão
O público que assistia pelo telão, na porta do Palácio do Planalto, à cerimônia de posse de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados, vaiou sem dó, quando citados, o deputado Rodrigo Maia e o ministro Dias Toffoli.

Pensando bem…
…ao aparecer sem o macacão marqueteiro, o ministro e astronauta Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) estava irreconhecível na posse.

Revelar a idade é problema para mulheres também no Congresso, cujo regimento prevê que preside uma primeira reunião de comissão o(a) mais velho(a). Na instalação da comissão (só de mulheres) para monitorar decisões da CPI da Exploração Sexual de Crianças, anos atrás, restou a dúvida sobre quem seria a mais velha, Suely Campos (PP-RR) ou Janete Capiberibe (PSB-AP). “Qual é a tua idade, Suely?” perguntou a senadora Patrícia Saboya. “Acho que a Janete é mais velha que eu”, desconversou Suely. “Tenho 56 anos bem vividos, graças a Deus!”, assumiu Janete. “Então Janete preside a reunião!”, encerrou Suely, sem revelar a idade.

Instagram

[instagram-feed]

Facebook

Twitter