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Fernando Maia

Colunista - Política

terça-feira, 10 de Maio 2016

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Embora apenas oficiosamente, mas, a essa altura tido como o mais certo dos ministros do eventual governo de Michel Temer, o ex-presidente do Banco Central e economista respeitado internacionalmente, Henrique Meyrelles poderá realizar bom trabalho. Para isso, tem em mãos um plano emergencial elaborado pela Fiesp, como caminho para reequilibrar a economia, com medidas sérias, duras e austeras, eliminando o déficit de R$ 96,6 bi, só deste ano. Um simples exame superficial sobre as suas primeiras proposições mostram o quanto tem andado equivocada a equipe econômica do atual governo. Senão, vejamos: 1) há pontos dispensáveis em relação aos investimentos para 2016, que poderão ser cortados em 68%; 2) cabem ainda cortes de 25% nos gastos de custeio, material de consumo e passagens para agentes do Governo e serviços; 3) o cancelamento de todos os contratos de servidores para cargos de confiança aliviará o “inchaço” da máquina pública federal; 4) é preciso demitir 4 mil comissionados que não prestaram concurso; 5) é urgente e inadiável a venda de 49% do controle de estatais como Correios, Infraero, Eletrobrás, entre outras; 6) idade mínima de aposentadoria em 65 anos; redução do fundo partidário de R$ 819 milhões para R$ 361 milhões; 7) e, por fim, reduzir de 32 para 20 o número de ministérios. Como se vê, são medidas que, apesar de aparentemente rigorosas, poderiam, com certeza, ter sido implementadas pelos atuais dirigentes do País, notada mente quando a presidente Dilma Rousseff ainda detinha ampla maioria parlamentar, gerada pelo presidencialismo de coalizão, com o esteio de um enxame de partidos. Para a concretização desse plano, será fundamenta, além a consolidação do apoio parlamentar e da sociedade, que os opositores a Temer, por puro espírito de revanchismo, não venham a sabotar de forma impatriótica o novo governo.

Ceará para argentinos Representantes dos 18 mais importantes hotéis do Ceará, sob o comando do vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira, Darlan Leite, vão realizar seminários nas cidades de Buenos Ayres, Córdoba e Rosário, visando ampliar a presença de argentinos no Ceará.

Participou… do Seminário Cidades Inclusivas, da Fundação João Mangabeira, o deputado Heitor Férrer, pré-candidato do PSB à PMF. Ele é um dos preferidos do diretório nacional do partido.

Opção Na visão do deputado Danilo Forte, que também participou do seminário, o PSB é hoje “a melhor alternativa para os municípios do País, ante os vícios de grande parte dos demais partidos”.

Na visão… do presidente de honra do PR-CE, Roberto Pessoa, o crescimento do senador Eunício Oliveira (PMDB) vai abrir muito mais portas para grandes projetos de que o Ceará necessita.

E a propósito… Pessoa, que foi candidato a vice de Eunício na eleição para governador, diz que o entrosamento entre o peemedebista e o senador Tasso, deixa o Ceará mais forte em termos federais.

Para o… presidente da Aprece, Expedito do Nascimento, só haverá melhoras para a situação dos municípios, se eles se unirem acima dos partidos e sem bairrismos em defesa de seus interesses.
Completando Para o deputado Danilo Forte, o trabalho da Unale, com o fórum parlamentar, será definitivo para impor ao poder da União o pacto federativo que estados e municípios cobram.

É Brasil!!! Segundo o “presidente ficha suja e cassado em potencial” da Câmara, Waldir Maranhão, “anulação” da sessão que aprovou o impeachment foi com o objetivo de “salvar a democracia”!…

Poderoso Num país com uma economia em “pandarecos”, diz o deputado Vitor Valim, “impõe-se a presença de um ministro da competência e do peso de Henrique Meyrelles, e com carta branca”.

“Puxa-encolhe”… no PP-CE, cujo presidente, imposto pelo diretório nacional, deputado Adail, para o lugar do Padre José Linhares, já foi derrubado, o que o comando “lá de cima”, com certeza, não engolirá.

Reversão Lembra o deputado Fernando Hugo: a presidente Dilma Rousseff, que há alguns meses tinha “na mão” esmagadora maioria no Senado, vê-se agora “na mão desse mesmo Senado”.

“Não existe dinheiro público, mas sim dinheiro tirado do orçamento e das mesas das famílias, de onde vêm os recursos que sustentam os tesouros”. Margareth Thatcher (1925-2013) primeira-ministra da Inglaterra, conhecida como a “Dama de Ferro.

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