sábado, 17 de novembro de 2018.
Fortaleza, Ceará, Brasil.

"você jamais será livre sem uma imprensa livre." - Venelouis Xavier Pereira

Mulher não é para isto!

Julieta Brontee

Colunista - + SUPLEMENTOS

sexta-feira, 09 de março 2018

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Em meio ás manifestações universais em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, muitas ações que engrandecem as mulheres e aqueles que festejaram essa justa efeméride, muitas demonstrações comoventes de reconhecimento e de gratidão pelos exemplos de grandeza de quem, além de gerar vidas, tem ainda a missão de protegê-las contra os malefícios a que estão expostos, funcionando como anjos da guarda. Foi oportuno para que se cobrasse a presença de mais mulheres no Legislativo Estadual.
Em Fortaleza, numa sessão solene em que foram vivenciados momentos de grande emoção, homenagens sinceras foram feitas a quem funciona como um mundo de paz num mundo convulsionado. Foram momentos de comoção e de religiosidade que fizeram daquele evento, um dos mais marcantes do ano, não fora a presença de agitadoras do MST, que além de quebrar a harmonia do momento, instigaram o povo à luta armada. Foi um dos piores anticlímax da história daquela Casa e das homenagens à mulher.
Mostrando que só existe para agitar e não para buscar Justiça, agitadoras profissionais do MTST cometeram, no Rio de Janeiro, um ato de violência inaudita, ao invadir os espaços do Jornal e da TV O Globo. Acostumadas a invadir e destruir o patrimônio público e o privado, essas mulheres não só usando a violência, como também cavaram um fosso entre elas e a sociedade, que não pode apoiar esse tipo de procedimento, totalmente prejudicial à paz social, que o Brasil, que a nossa sociedade está a merecer.

SINUCA DE BICO – Oposicionistas do governo e do grupo político governista assistem, de camarote, um momento complicado dos adversários. Trata-se das complicações criadas por dirigentes nacionais do PDT que defendem, a qualquer custo, as duas vagas do Senado Federal para esse partido, dificultando a vida do senador Eunício e do próprio governo do estado, que vem sendo favorecido pela atuação deste, liberando muita grana para o Ceará.

AGONIA – É de dolorosa agonia a situação vivenciada pelo PT, partido que se esvai e se esfumaça, cuja esperança última de sobrevivência seria a liberação do ex-presidente Lula para que este tente retornar à presidência da República. Por conta dessa dependência, lideranças nacionais do PT, em vez de buscar nomes opcionais, como do ínclito ex-senador Suplicy, preferem lutar por uma candidatura impossível e agonizante.

DESCARAMENTO – A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) é um dos casos mais explícitos de descaramento na política brasileira. Dependurada no pobre ex-presidente Lula e na presidência nacional do PT ela sofre sob o peso de processo por uso de propina e outras mazelas. Tentando aliviar o peso da situação, quis conversar com a ministra Carmen Lúcia, presidente do STF, que tem coisas mais importantes com que se ocupar.
DESORIENTADOS – Nos bastidores da Assembléia Legislativa, lideranças políticas e pessoas simples do interior continuam afirmando que o próximo pleito a desorientação do eleitorado do interior vai se agravar. Isso, em decorrência do amontoado de partidos e, é claro devido às mudanças de siglas de lideranças em quem votam. O eleitor queixa-se de não poder mais fixar-se em um partido, já que os líderes vivem pulando de galho em galho.

LASTIMÁVEL – Depois de muito tempo sem “estrilar” alunos do Curso de Comunicação da UFC, responsável pela formação de profissionais de imprensa, vêm a público para denunciar a grave situação em que se acha aquele setor, onde falta de tudo, a começar por equipamentos mínimos e, o que é pior, onde faltam até professores para várias matérias. Que o comando da Universidade aja para não prejudicar quem sonha ser jornalista.

JOGATINA – Em mais uma atitude contraditória, o Senado barrou Projeto de Lei que libera os chamados jogos de azar no País, vistos como a saída para melhorar o caixa nacional. A grande contradição e falta de lógica é que, enquanto se proíbe a exploração de cassinos e outros focos de jogatina, o governo permanece sendo o campeão absoluto desse setor, explorando vários tipos de loteria, “enchendo as burras” da Caixa Econômica.

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