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Macário Batista

Colunista - Política

terça-feira, 14 de novembro 2017

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Diz que quem não conhece História está fadado a repeti-la. Mas, quem conhece, tem a obrigação de lembrá-la sempre, pois pode ser que alguém se toque e ria pra valer das coisas de ontem, de hoje e de amanhã. Quase recente movimento político no Ceará dividiu o Estado administrativo, e político, em três frentes; era o tempo dos coronéis, quando Virgílio Távora, Adauto Bezerra e Cesar Cals protagonizaram algo de inusitado na vida do Ceará. Cada um teria um terço do processo administrativo.

Parecido só uma velha aliança pelo Ceará, tambem urdida na sabedoria de Virgílio Távora, mas aí, são outros quinhentos réis. Trago a História a lume para mostrar que, mesmo em partidos próximos ao poder, ou nele, estão muito propensos à repetição de feitos como o governo dos coronéis. O DEM, que vem na direita da vida política, espéciede desdobramento da velha Arena, filha da redentora, passa a abrigar um antigo comunista,protagonista dos primeiros momentos do PCdoB, do Partidão e tal, com outros que conseguiram se manter sem a mosca-azul do poder sublime.

Assim, o DEM teve suas frentes igualmente repartidas em três, a exemplo do que ensinou a tríplice aliança dos coronéis que o Belo Olhos destronou.Assim, segundo a conversa entre eles, Chiquinho Feitosa, primeiro suplente do senador Tasso Jereissati, atualmente presidente do DEM, ficará com um terço do diretório do partido. Moroni Torgan, vice-prefeito de Fortaleza, controlador do partido na Capital, ficará com um segundo terço, e Danilo Forte o chegante, com a terça parte. Isso é democracia em sua máxima expressão.

Fernando Henrique Cardoso, grão-mestre do tucanato, quer ver o seu partido longe de Michel Temer. Em artigo veiculado no domingo, FHC anotou que os tucanos precisam “passar a limpo o passado recente” aprofundar o “mea-culpa”, pacificar suas “facções internas” e descer do muro para encarar o seu dilema: ou o PSDB desembarca do Governo em dezembro ou se confundirá com o PMDB, tornando-se definitivamente um ator coadjuvante na disputa presidencial de 2018.

Entrando no jogo
O projeto que estabelece um teto de 12 por cento para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado sobre o combustível de aviação está pautado para votação no Senado por volta do dia 22 próximo.

Pura arrumação
Como se sabe, as companhias aéreas dão prioridades a pousos em aeroportos onde possam fazer reabastecimento de suas aeronaves, onde o combustível faça a diferença. Daí, que os estados se esmeram em abaixar os impostos, como o ICMS.

Já existe
Na prática, essa coisa de cortar gordura no ICMS já existe em vários estados e todos têm interesses comerciais e políticos na captação de voos para destinos de seus interesses, no Ceará em Aracati, Jericoacoara, Sobral e Fortaleza.

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