terça-feira, 18 de junho de 2019.
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O show tem de continuar

Macário Batista

Colunista - Política

segunda-feira, 25 de março 2019

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É assim a vida no teatro, no circo, nos palcos da vida. Se algo lhe ocorre e que possa por em jogo seu prestígio, seu espetáculo, midiático, ou não, o show tem de continuar. É dele que muitos vivem. É dele, o show, que o artista subsiste. Sem o palco aberto, o pano de cena às escâncaras, o que será do show? Quando eu era menino, vi muitos circos chegarem a Sobral do meu tempo.O maior deles, o Circo Merino(ou teria sido o Circo Garcia?). Tinha de tudo, incluindo aí bichos, os mais diversos e um palhaço que saia pelas rua,s ainda descalças, da cidade, chamando para o show. Hoje em espetáculo? Tem, sim senhor! Ele mesmo perguntava, ele mesmo respondia. E nós, que recebíamos a encomenda de gatos para alimento dos bichos grandes, em troca de entrada, caíamos na dele, o palhaço. O palhaço o que é? É ladrão de mulher! Outra vez, o homem de cara pintada, sapatos enormes, roupas frouxas e calças seguras por suspensórios, nos fazia sonhar com a entrada no circo, no espetáculo á tarde do sábado ou do domingo. Na semana não podia, porque, em Sobral, tinha uma tal de Polícia Estudantil, que vigiava pra gente de menor não estar em lugar proibido a menores de 18 anos e eles, de carteirinha, ter acesso de grátis a cinema e outros divertimentos. Arriba o Sol, arriba a Lua, olha o palhaço no meio da rua!!! E lá se ia o homem de voz esganiçada, rua acima, rua abaixo, nariz pintado de vermelho. Mas tem uma história que um dia um desses, me contaram, eu já na idade adulta. Quando o circo chega, as mercearias em volta ficam em festa. Basta levantar o mastro principal e o crédito está aberto. Na véspera da despedida da cidade, a turma que comprava fiado, toda, some. Vai pra próxima cidade. Dá o cano. Só fica a capatazia que desmonta o circo. O prejuízo também fica. Meu Deus! Nunca pensei em escrever isso, muito menos quando a vida está tãõ parecida com os circos da minha infância, lá em Sobral.

Dia Nacional da Consciência Negra.Esta data foi estabelecida pelo projeto lei 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi nesse dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.A homenagem a Zumbi foi mais que justa, pois esse personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por essa cultura e pela liberdade do seu povo.

Consciencia negra
A data é hoje. Pro Ceará, tem outro significado. Comemoramos o Dia do Maracatu. Foi por decreto do governador Lúcio Alcântara, a pedido do jornalista Paulo Tadeu.
E é só toma lá?
Irritado com PSL, centrão ameaça derrubar decreto de Bolsonaro que isentou americanos de visto.Deputados criticam a falta de reciprocidade da medida. Sem “dá cá”?
Camilo recebe
A convite do governador Camilo Santana, a prefeita de Icó, Lais Nunes, participou, no Palácio da Abolição, da solenidade de sanção da lei Mais Infância, projeto que virou política pública.
Bronca do Macaco Simão
“Parem de criticar Bolsonaro. Não é fácil ser presidente do Brasil e ser presidente do fã clube do Trump ao mesmo tempo”.

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