sexta-feira, 22 de março de 2019.
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Prefeito flanava em Praga com SP debaixo d’água

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

terça-feira, 12 de março 2019

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Temos pautas importantíssimas para

discutir ao longo dos quatro anos

Líder do Governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), sobre a legislatura

E

nquanto cinco pessoas morriam em deslizamentos e sete afogadas, centenas ficavam desabrigadas e milhares perdiam todos os seus pertences, o prefeito Bruno Covas passeava na cidade de Praga, capital da República Tcheca, e já tinha voo marcado para seguir em férias para Genebra, na Suíça. Ele escolheu sair de férias exatamente quando a cidade que administra enfrentava temporais que chegaram a derrubar mais de 600 árvores.

Cidade acéfala

Nesta segunda (11) pela manhã, a impressão era de acefalia. Com o prefeito ausente, ninguém aparecia para tomar as rédeas da situação.

Passeio suspenso

Informado do que se passava em São Paulo, Bruno Covas parece ter recuperado o juízo para retornar à cidade pela qual é responsável.

Erro repetido

Ao flanar em Praga, Bruno Covas repetiu o erro da então prefeita Marta Suplicy, que foi passear em Paris, quando a cidade estava debaixo d’água

Companhia

A revista Veja São Paulo insinuou que Bruno Covas viajou na companhia de Gustavo Pires, “principal assessor e amigo”.

Além da imaginação

A nomeação de Didio Pereira de Campos excitou a imaginação de quem viu uma “intervenção” nas redes sociais do Presidente.

Redes sociais, não

Sites de grandes jornais chegaram a noticiar que Didio foi “escalado” para coordenar redes sociais, “após polêmicas”. Nada, era falso.

Virou piada

Após instantes de perplexidade, a especulação sobre o papel do coronel Didio Pereira de Campos virou chacota no Planalto.

Estado paralelo

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) usam a expressão “estado paralelo” para definir a estrutura criada pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba com R$ 2,5 bilhões “doados” pela Petrobras.

Agente de viagens

Ex-assessora que escapou do atentado a Marielle, Fernanda Chaves contou ao jornal português Diário de Notícias que Dilma (PT) foi a sua casa oferecer “ajuda com contatos de entidades fora do Brasil”.

Tradução errada

Na conversa gravada, a jornalista Constança Resende, do Estadão, não diz que fez matérias com o objetivo de “arruinar” Flávio Bolsonaro. Apenas se revela orgulhosa do trabalho que fez no caso Queiroz.

Câmara vai às compras

Um mês depois de eleita, a mesa diretora da Câmara Legislativa do Distrito Federal foi às compras: cinco carrões para mordomia de deputados, avaliados em quase meio milhão de reais. A licitação será no próximo dia 26.

Dirigindo na cadeia

Ao noticiar, como todos, a suspeita do MP paulista sobre o papel do PT na morte de Celso Daniel, um jornalista de Itabuna (BA) foi processado por José Dirceu, que vai mofar na cadeia, mas ganhou com incrível rapidez a ação para tomar de Marcel Leal seu carro pago em 36 vezes.

Foco na Lava Jato

Após “intervenção” do presidente Jair Bolsonaro no Ministério da Educação, que resultou numa dezena de demitidos, o MEC concentra seu foco na Lava Jato da Educação, anunciada pelo Presidente.

Um foguete? Um avião?

Ao tentar vender o carro em Brasília, leitor da coluna descobriu que foi multado por excesso de velocidade e, segundo a infração, trafegava a 530 km/h. Como a multa estava vencida, não teve como recorrer.

Checou, perdeu

Banco fatura alto nas tarifas escorchantes. O Santander cobra R$ 2,50 de clientes que desejam checar o saldo, no Caixa 24 Horas. O desavisado só não paga se isso está previsto no “pacote de serviços”.

Pensando bem…

…tem gente, inclusive no Governo, precisando de tradutores melhores.

Heloisa Helena (Psol-AL) presidia uma sessão no Senado quando José Maranhão (PMDB-PB), antes de iniciar seu discurso, avisou que iria demorar. “Não tem importância, senador. Fique à vontade. Sou muito tolerante. E os senadores que aqui estão, e que também vão falar, serão pacientes.” Meia hora, Mão Santa (PMDB-PI) o aparteou, na maior ingenuidade: “Meu ilustre senador, por que não transforma esse discurso logo num livro?” Maranhão agradeceu a sugestão e mandou ver. Falou exatos 90 minutos.

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