sexta-feira, 19 de julho de 2019.
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Projeto de lei acaba carro oficial em todo o País

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

sexta-feira, 05 de abril 2019

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Haverá um esforço bastante intenso
Gilberto Kassab, presidente do PSD,
sobre o empenho pela reforma da previdência

Apenas cinco dos 81 senadores dispensam carrão oficial com motorista e placa preta, e um deles, Antônio Reguffe (sem partido-DF), é o autor de um projeto no Senado que extingue a mordomia de uma vez, em todo o território nacional. Avesso a privilégios, Reguffe tem 12 assessores, enquanto outros somam até 100, e, há anos, “pilota” em Brasília o seu Mobi, o carro popular da Fiat. O Senado informou que, além de Reguffe, outros quatro senadores recusam carros oficiais.

Os sem-mordomia
Os senadores Alessandro Vieira (PPS-SE), Confúcio Moura (MDB-RO), Eduardo Girão (Pros-CE) e Kajuru (PRP-GO) usam carros próprios.

Única exceção
O projeto de lei 547, de Reguffe, proíbe carros oficiais de autoridades públicas, exceto o presidente da República, como chefe de Estado.

Falta relator
O projeto de Reguffe foi aprovado na CCJ, mas aguarda, há 50 dias, que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, defina seu relator.

Vergonha da regalia
Os presidentes da Câmara e do Senado parecem ter vergonha do carro oficial. Eles usam carros placas de carro “particular”. Na verdade, “frias”.
Mais um cartório
A Justiça Federal considerou ilegal artigos da Resolução 43, da ANP, que dão aos atravessadores a exclusividade na venda de combustível.

Resolução do lobby
A Resolução ilegal da ANP é de 2009, durante o governo Dilma, após intenso lobby dos distribuidores que tinham negócios com o PT.

Crime de usura
Distribuidores chegam a pagar R$1,55 pelo litro do etanol e o vendem no mínimo pelo dobro aos postos, e o consumidor final paga a conta.

Golpe do ‘exílio’
O fujão Jean Wilis (Psol), que abandonou o mandato de deputado para fazer pose de “exilado” na Alemanha, foi a Bruxelas (Bélgica) falar mal do Brasil, assim como o fez em Genebra. Que vergonha.

Meninos, eu fui lá
O presidente do MDB, Romero Jucá, parecia ter acabado de retornar de viagem ao céu: após a reunião com o presidente Jair Bolsonaro, não parou de ligar para os caciques do partido, contando a conversa.

Quem os representa
No encontro com o presidente Jair Bolsonaro, o paulista Geraldo Alckmin fez a maior pose de líder máximo do PSDB, partido que preside, mas, na Câmara, tucanos diziam que se sentiriam melhor representados por João Doria.

Xodó bolsonarista
O ministro Paulo Guedes (Economia) virou xodó dos eleitores do Presidente nas redes sociais, em razão do desempenho na CCJ. Ele cumpriu o papel de reaglutinar e motivar a militância bolsonarista.

Mandou bem
A Polícia Militar de São Paulo merece todas as homenagens por haver impedido o assalto a dois bancos em Guararema, sem qualquer PM ferido. O mundo ficou um pouco melhor com 11 bandidos a menos.

Dia de insanidade
Gleisi Hoffmann (PT-PR) não está bem do juízo. Ontem ela disse que Lula é “vítima do Departamento de Justiça dos EUA” e que a quadrilha americana usou ação contra a Petrobras (class action lawsuit) para “lavar dinheiro”. Até acusou a Lava Jato de “corrupção”. Hahahaha

Sonhar pode
Presidente nacional do DEM e prefeito de Salvador, ACM Neto acha que é possível o Palácio do Planalto promover articulação política sem recorrer ao “toma lá, dá cá” de outros tempos. E isolar os gulosos.

Lembra o mensalão
Apesar da expectativa contrária, Paulo Guedes (Economia) enfrentou debate duro na CCJ da Câmara. Não foi profundo, mas político. Uma memória das atitudes destemperadas no escândalo do mensalão.

Pergunta no Congresso
Se presidentes e líderes não mandam em seus partidos, quem manda?

Acusado de aliciar parlamentares para seu partido PSD, em 1993, na pré-história do mensalão, o deputado Nobel Moura (RO) virou alvo. Assediado pela imprensa, refugiou-se no gabinete de um vizinho, o deputado mineiro Aécio Neves, onde seu cartaz não era lá essas coisas. A preocupada secretária ligou para Aécio, em Belo Horizonte: “O Nobel, aquele do PSD, esteve aqui. Estava se escondendo de alguém. Mas o senhor não se preocupe, ele ficou quietinho. Não mexeu em nada. Mesmo porque estava assim de segurança de olho nele…”

 

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