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Quem ama leva água para o Semiárido

Tarcília Rego

O Estado Verde

terça-feira, 13 de junho 2017

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Segundo a ONU, o mundo enfrentará um déficit de 40% no abastecimento de água potável em 2030. O pior, 35 milhões de brasileiros não têm acesso à água potável e a maior parte deles está no Semiárido. Mas quem “AMA” pode levar água para quem tem sede.
Envolvidos com a questão, o presidente Bernardo Paiva e a gerente de sustentabilidade, Carla Crippa, da Ambev, visitaram no último dia 8, as comunidades Sítio Volta e Caiçara, em Jaguaruana, no interior do Estado.

Eles foram conhecer os primeiros resultados da AMA, água mineral da companhia que destina 100% dos lucros para financiamento de projetos que levam água potável às famílias das nossas “Terras Secas”.
Viram de perto as iniciativas [poço profundo ajudando a levar água encanada à casa das pessoas e barateando custos com energia via sistema fotovoltaico] e reforçaram a parceria com o modelo de Sistema Integrado de Saneamento Rural (Sisar) e a Fundação Avina, ONG que atua, desde 2004, em projetos de acesso à água na América Latina.

O Sisar, implantado pela Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece), é hoje uma referência em saneamento rural. Criado pela Cagece, em 1996, em parceria com o banco alemão KFW.
100% do lucro da AMA é doado e todo processo é verificado pela KPMG. Ama é o prefixo de várias palavras que significam chuva na língua tupi.

Participantes de audiência pública da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável defenderam a rejeição de Projeto de Lei (PL 1013/11) que permite a venda de carros de passeio movidos a diesel, no Brasil.
Proposta está sendo analisada em uma comissão especial da Câmara, na qual o relator, deputado Evandro Roman (PSD-PR), recomenda a aprovação do texto.

O projeto estar sendo examinado por uma comissão especial criada pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha; após ter sido rejeitado pela Comissão de Meio Ambiente.

Por que será que Cunha tem interesse que nossos carros sejam movidos a Diesel, enquanto os países que usam diesel em carros pequenos estão revendo a política por causa dos efeitos nocivos ao meio ambiente e à saúde das pessoas?
Durante a audiência, Davi Martins, do Greenpeace, avaliou que os cenários do futuro apontam para o uso de carros híbridos, movidos à eletricidade e biocombustível, ou totalmente elétricos.
Para Miguel Oliveira, do Ministério de Minas e Energia, “o melhor caminho é investir em biocombustíveis”. Essa política, explicou ele, fará com que o País contribua para a meta do Acordo de Paris de reduzir em até 43% a emissão de gases de efeito estufa até 2030.
O projeto que autoriza a venda de carros a diesel no Brasil estava sendo analisado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, mas teve alterada sua tramitação quando foi criada a comissão especial em 2015.
Pelo segundo período consecutivo, Brasil fica em penúltimo lugar no ranking de eficiência energética, atrás apenas da Arábia Saudita. Divulgado pelo Conselho Americano para uma Economia Eficiente de Energia (ACEEE), o resultado ressalta a falta de investimentos e o grande potencial de economia do setor elétrico brasileiro.

Pense: A raiva é uma energia cega.

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