domingo, 16 de dezembro de 2018.
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Raul Cutait é forte candidato a ministro da Saúde

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

terça-feira, 13 de março 2018

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Será uma reforma [da Previdência] mais
dura e mais profunda
Relator da reforma, Arthur Maia (PPS-BA), admite que o texto atual não passa, mas o próximo…

O presidente Michel Temer avisou ao PP que não vai efetivar o secretário-executivo no lugar do ministro da Saúde, Ricardo Barros, que sairá em abril para disputar a reeleição como deputado federal. O mais cotado é o médico Raul Cutait, que chegou a ser indicado quando o PP “ganhou” o ministério, mas o Governo pediu um deputado, mais útil nas negociações para votar as reformas e os casos contra Temer.

Senador serve
Opção que deixaria Temer feliz seria o PP atrair a filiação de um médico com mandato de senador, para assumir o Ministério da Saúde.

Opção pelo sossego
Temer adoraria ter como ministro Raul Cutait, um dos médicos mais respeitados do País. Mas, a família do cirurgião não gosta da ideia.

Os eleitores
A escolha do ministro da Saúde para por dois “eleitores”: o presidente do PP, Ciro Nogueira, e o líder do partido na Câmara, Arthur Lira (AL).

Especulações
Arthur Lira nega qualquer movimentação para a escolha do novo ministro da Saúde. “São apenas especulações”.

Estado gigantesco
A previsão do impostômetro é de R$ 2.389.354.376.046,37 que o contribuinte brasileiro vai pagar em impostos somente em 2018.

É muito dinheiro
A Associação Comercial paulista estima que se o total de impostos fosse aplicado na poupança, renderia juros de R$ 321.291 por minuto.

Das maiores do mundo
O painel do impostômetro foi implantado em 2005, no centro da capital paulista, para conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária.

Decisão do Olimpo
O ministro Luís Barroso segue de forma determinada a desconstrução dos poderes e prerrogativas constitucionais do presidente da República. Ontem, ditou as novas regras para o indulto de Natal.

Treino é treino
Mais de 3.500 eleitores votaram para presidente na enquete do site Diário do Poder, colocando Jair Bolsonaro (PSL) na liderança com 15% e Álvaro Dias (Podemos) em seguida com 10%. Geraldo Alckmin (PSDB) tem 9%, Amoêdo (Novo) 7% e Lula (PT), em sétimo, com 5%.

Nova programação
A Band promove almoço, nesta terça (13), no Unique Palace, em Brasília, para o lançamento da sua nova programação para 2018, com a presença do elenco da emissora.

Embaixador inocentado
A 4ª Vara Federal, em Brasília, eximiu o embaixador do Brasil em Praga, Márcio Florêncio Nunes Cambraia, de “qualquer participação dolosa ou culposa” no acúmulo com o cargo de professor da Universidade de Brasília, a 9,6 mil quilômetros. A UnB ainda terá de pagar as custas e honorários.

Garon em Buenos Aires
O embaixador do Brasil em Buenos Aires, Sérgio Danese, é um sujeito de sorte: terá Cláudio Garon como ministro conselheiro, a partir de abril. É um dos mais admirados diplomatas da sua geração.
Prêmio às infrações
As multas impostas, pela Justiça Eleitoral, a políticos e a partidos já renderam R$ 14.279.401,72 apenas este ano. Mas, esse valor volta aos infratores, rateado conforme o critério de divisão do fundo partidário.

Festa criminosa
Festa “rave”, tipo som “bate-estaca”, torturou milhares de famílias de Brasília, durante 30 horas, de sábado à madrugada de segunda-feira (12). A polícia não se aproximou, nem mesmo com as suspeitas de uso de muita droga: era festa gay e ninguém quis parecer “homofóbico”.

Seu bolso
No próximo dia 15 é o Dia do Consumidor no Brasil. Sem grandes motivo para comemorar, o contribuinte vai ter pago até esta quarta (14) mais de R$ 500 bilhões em impostos que não retornam em benefícios.

Pensando bem…
…em declínio, quebrada e com seus grevistas afundando a empresa ainda mais, os Correios poderiam mudar seu slogan para “Mandou – veja bem, quem sabe – chegou”.

o poder sem pudor

Ao chegar à Câmara para trabalhar, em 1990, o jovem deputado Eduardo Siqueira Campos, então no PDC, soube que Brandão Monteiro (PDT-RJ) fizera violento discurso contra seu pai, governador do Tocantins. Eduardo é do tipo boa-praça e encontrou Monteiro ainda no plenário. Ao vê-lo, o deputado do Rio insultou-o e a seu pai, outra vez. Eduardo pediu que parasse, mas Monteiro, que tinha fama de valentão, insistiu. O filho virou fera ferida: fechou os olhos e desferiu um soco de cinema, único de sua vida, que pegou em cheio e entrou para a História, deixando Brandão nocauteado no chão do plenário.

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