sexta-feira, 20 de setembro de 2019.
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Sindicalistas do PT ‘armam’ contra o Brasil na OIT

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

terça-feira, 11 de junho 2019

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Vão ser desmascarados, mais uma vez
Ministro Augusto Heleno, chefe do GSI, criticando os detratores de Sérgio Moro

Sindicalistas ligados ao PT articulam, na Organização Internacional do Trabalho (OIT), a inclusão do Brasil em uma “lista negativa” de países que não cumprem a “Convenção 98”, aprovada na entidade há 70 anos, em 1949, e endossada na ditadura Vargas. As alegações são falsas e miram a modernização da lei trabalhista. Pede de volta o “direito de filiação sindical”, jamais suprimido, e “negociações coletivas”, ou seja, o direito de pelegos a manobras para burlar o fim do imposto obrigatório.

Não é nada, não é nada…
…não é nada mesmo. Inclusão na “lista negativa” não implica em multas e sanções. Os Estados Unidos nunca estiveram na Convenção 98. E nem na “lista”.

Só pensam naquilo
Com R$3,5 bilhões anuais para ratear, criaram-se 17 mil sindicatos no Brasil, cerca de 90% dos existentes mundo. A reforma pôs fim à farra.

Melhor matar no peito
Incluído na “lista negativa” em razão da modernização da legislação, o Brasil poderia abandonar a OIT, em sinal de protesto. Mas seria inútil.

Lista é só ideológica
O Brasil já foi incluído em “lista negra”, também sob alegações falsas (“golpe”, etc), quando Dilma Rousseff sofreu o impeachment.
Teoria da conspiração
Desconfiados analistas de inteligência acham até que um procurador contra reforma pode ter vazado as mensagens para gerar crise política.

Época foi a mesma
A grave crise que quase provocou o impeachment de Michel Temer, em 2017, foi criada exatamente nessa fase da reforma da previdência.

Com Temer, deu certo
Michel Temer conseguiu evitar o impeachment, mas o custo político daquela crise custou a reforma da previdência, lembram os arapongas.

Reunião de peso na Fiesp
Após se reunir em Buenos Aires com empresários que representam 80% do PIB argentino, o presidente Jair Bolsonaro vai encontrar os brasileiros na Fiesp, em São Paulo, sob a coordenação de Paulo Skaf.

Grave é o crime
Todos ficaram tão excitados com a “denúncia contra Sérgio Moro” que não se deram conta de que, além de pouco importantes, as mensagens foram obtidas por meio criminoso, violando a privacidade (quanta ousadia!) de um juiz federal e de procuradores da República.

Boa notícia
Pesquisa da empresa de consultoria Arko Advice com 109 deputados de 24 partidos indica que 75,22% declaram voto favorável à reforma da previdência e 72,47% aprovarão o crédito extra de R$ 248,9 bilhões.

Trama foi o roubo
Defensores de Lula dizem que mensagens do juiz e procuradores da Lava Jato são reveladoras de uma “trama”. Nessa história, a única trama foi de Lula & Cia, como ficou provado, para dilapidar a Petrobras.

Lama do descaso
A CPI de Brumadinho completa um mês com 12 encontros desde sua instalação e 123 requerimentos aprovados. A tragédia matou 246 pessoas e outras 24 estão desaparecidas. E a impunidade permanece.

Hipocrisia mata
Bomba nas redes sociais a notícia de espancamento covarde, em Londres, de duas mulheres por serem gays. Intolerância criminosa. Já as duas mulheres gays que perto de Brasília mataram e esquartejaram uma criança de 9 anos, por ser menino, segue praticamente ignorado.

Vida que segue
A divulgação de mensagens atribuídas ao ministro Sérgio Moro não alterou a tramitação do pacote anticrime no Congresso. O relator, Capitão Augusto (PL-SP), apresenta o parecer nesta quinta-feira (13).

Matou no peito
O governador João Doria está atento às discussões da reforma da Previdência. Nesta terça-feira, tem encontro marcado com Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre e o relator da reforma, Samuel Moreira (PSDB-SP).

Pensando bem…
…cadê os áudios, vídeos e prints?

 

Implacável líder da UDN, Carlos Lacerda interpelou ACM, da corrente “Chapa Branca” do partido, sobre uma visita dele ao “inimigo”, o presidente Juscelino Kubitschek. Ele confirmou o papo às dez da manhã e observou, cheio de malícia: – …antes de mim, esteve por lá, às sete horas, o Magalhães Pinto.
Referia-se ao presidente da UDN. “A raiva de Carlos Lacerda passou para o outro Magalhães”, divertia-se o próprio Toninho Malvadeza, ao lembrar o caso no livro “ACM fala de JK”.

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