sábado, 17 de agosto de 2019.
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Terrorista será assessor internacional da CUT

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

sexta-feira, 11 de janeiro 2013

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• Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas acertou todos os detalhes com o advogado do terrorista italiano Cesare Battisti, Luiz Eduardo Greenhalgh, para empregá-lo como assessor internacional da Central. Segundo o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), Battisti assumirá o cargo por falar inglês, espanhol, português, francês e italiano e “ter vasto conhecimento” sobre temas de interesse da CUT.

• Só no Brasil – Condenado à prisão perpétua na Itália por quatro assassinatos, Battisti traduzirá conversas e documentos para CUT, enquanto escreve livros.

• Pior que tá, fica  – A CUT ignora que só vai piorar as relações diplomáticas do Brasil com a Itália. Deverá anunciar nos próximos dias o mais novo funcionário. 
• Negócios à parte – Suplicy nega ser fiador do apartamento de Battisti no luxuoso bairro de Jardins (SP), e diz que também não o ajudará nas contas do aluguel. 

• Amigo cego – Segundo Suplicy, sua única participação no aluguel do imóvel foi contar à proprietária sobre a vida dele: “Sei que não cometeu aqueles crimes”.

Câmara: candidatos têm esperança de 2º turno

• Em campanha pela presidência da Câmara, os deputados Júlio Delgado (PSB-MG) e Rose de Freitas (PMDB-ES) tem espalhado pesquisa informal, realizada na última semana de trabalhos legislativos, que revela que, de 401 deputados ouvidos, o líder do PMDB, Henrique Alves, teria voto de 160. Se os dados estiverem corretos, Júlio, com 90 votos, e Rose, com 70, levariam as eleições a segundo turno.

• Indecisos – Segundo dados da pesquisa, encomendada por Júlio Delgado, cerca de 81 deputados ainda estariam indecisos sobre seu candidato.

• O favorito – Deputados do PMDB garantem que a pesquisa é enviesada. Na bancada, o cálculo é que Henrique Alves terá mais de 300 votos. 

• Cabos eleitorais – Izalci (PSDB-DF) e Roberto de Lucena (PV-SP) estão ávidos na campanha de Rose. Buscam votos e fazem lobby junto a outras siglas. 

• Manobra – Após o governo cancelar R$18,6 bilhões em empenhos, os ‘restos a pagar que serão inscritos e reinscritos em 2013 somam R$ 178,1 bilhões. No segundo dia do ano, de acordo com levantamento do Contas Abertas, estavam pendentes cerca de R$ 200 bilhões.

• Embolado – Candidato a líder do PMDB, Osmar Terra (RS) diz já ter fechado apoio do Rio Grande do Sul e Santa Catarina: “Querem polarizar entre Mabel e Eduardo Cunha, mas aqui ninguém tem menos ou mais de 30 votos”.

• Nova Esquerda – O presidente do PPS, Roberto Freire (SP), afirmou que só aceita debater a criação de novo grupo de esquerda com Marina Silva (ex-PV) e José Serra (PSDB), um sem partido e o outro com destino incerto. 

• ‘Facelift’ – A liderança do PT, na Câmara dos Deputados, foi totalmente reformada para receber os deputados em 2013. Tiraram até as cortinas, mantendo as duas colunas vermelhas para melhorar a visibilidade na rampa.

• Quem, eu? – O deputado Ricardo Berzoini (PT-SP) nega ser o preferido a líder do governo na Câmara em lugar de Arlindo Chinaglia (PT-SP). “É fofoca. O líder é o Arlindo e eu apoio a permanência dele”. Anrã. 

• De olho… – Defensor de ‘pequenos traficantes’, o ex-secretário de Políticas sobre Drogas Pedro Abromovay defende o projeto de Luis Adams (AGU) que prevê que não concursados, como ele, ocupem cadeiras no órgão.

• … nos cargos – Abramovay também já teve a esposa contemplada com cargo na Sub-chefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, comandada à época por Beto Vasconcelos, a quem é creditado o texto do projeto de Adams.

• Alô, Anatel – Cliente da TIM telefonou para a Central de Atendimentos da operadora e levou 59 minutos para contestar cobrança indevida, e solicitar o código de barras da fatura que corresponde ao seu número.

O PODER SEM PUDOR
Lição de autoridade

Depois de demitir o general linha-dura Sílvio Frota do Ministério do Exército, em 1977, Ernesto Geisel o substituiu pelo general Belfort Bethlem. Na posse, fizeram fila para cumprimentar o novo ministro. Obsequiosos, os presidentes da Câmara e do Senado, Marco Maciel e Petrônio Portella, já se preparavam para engrossar o cordão.
– Fiquem onde estão! – ordenou o general Geisel, em tom de reprimenda.
Em seguida, chamou o novo ministro e determinou:
– Agora cumprimentem os presidentes do Poder Legislativo!
O general Bethlem obedeceu, tinha juízo. Maciel e Portella também.

• COM TERESA BARROS E TIAGO DE VASCONCELOS

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