domingo, 16 de junho de 2019.
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Toffoli tem apelo contra aniquilamento de CPIs

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

sexta-feira, 31 de maio 2019

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É muito bom nós termos aqui a
Justiça ao nosso lado
Jair Bolsonaro em café-da-manhã com o ministro Dias Tofolli e a bancada feminina

Após silêncio do ex-ministro Antônio Palocci na CPI do BNDES, garantido por habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF), mais um, a deputada Paula Belmonte (Cidadania-DF) apelou ao presidente da Corte, ministro Dias Tofffoli, para reduzir a interferências que aniquilam comissões parlamentares de inquérito. Palocci foi convocado para explicar o esquema corrupto que roubou dinheiro do BNDES.

Diálogo aberto
Toffoli se colocou à disposição para discutir a questão com integrantes da CPI do BNDES. Sinalizou com eventual redução das interferências.

Ajuda providencial
Ainda nesta quinta (30), Belmonte pediu ajuda ao presidente Jair Bolsonaro. O Presidente garantiu apoio do BNDES na investigação.

Corrupto debochado
Deputados ficaram incomodados com a atitude de Palocci, corrupto confesso. Acham que a intenção dele era apenas debochar da CPI.

CPIs patinam
As CPIs do BNDES e de Brumadinho não avançam nas investigações porque os acusados, na Lava Jato ou na Vale, têm a proteção do STF.

Continuação do crime
Apesar da personalidade autoritária, Dilma Rousseff editou 66 decretos nos entre janeiro e maio de 2011, primeiro ano no Planalto.

Pior que Napoleão
O ex-presidente petista assinou 17 medidas provisórias, entre janeiro e maio de 2003, algumas compradas, e 32 no mesmo período de 2007.

Discurso x prática
Levando em conta as medidas provisórias, FHC enviou 33 ao Congresso, em cinco meses. Bolsonaro editou 14, até agora.

Comunicação insuficiente
A comunicação da reforma da previdência se intensificou, mas falta muito. Prova é levantamento Paraná Pesquisas revelando que 43,7% dos brasileiros acreditam que a reforma beneficiará os mais ricos.
Me engana que eu gosto
Em Brasília, cancelaram aulas para que mais de 80 mil professores e alunos de escolas públicas e da Universidade de Brasília protestassem contra Bolsonaro. Mataram aulas e trabalho, mas só 1.500 apareceram.

Chamem a Marília
Há 15 dias, a oposição levou 10 mil às ruas de Brasília contra o Governo e no domingo 20 mil pessoas o defenderam. Enquanto isso, a cantora Marília Mendonça, nem contra ou a favor, levou 50 mil.

Para além de patinetes
Além da trapalhada nos patinetes, a secretaria de Transportes de São Paulo se esforça para perder o patrocínio de R$20 milhões anuais do Bradesco para a ciclofaixa. Negócio já oferecido por uma empresa de organização de tráfego, com amigos da secretaria, ao aplicativo Uber.

Malas da Anac
A Anac, que liberou a cobrança de bagagens afirmando que o preço das passagens ia cair, agora quer vetar proibição aprovada pelo Congresso Nacional, falando em “concorrência” e “transparência”. Anrã…
Sem medo de cara feia
Advogado experiente, o governador do DF, Ibaneis Rocha, mostra que não tem medo de procuradores. Ele mandou abrir o local onde se faz o fumacê, essencial no combate ao mosquito. Foi fechado pelo Ministério Público do Trabalho, por não estar “em conformidade” com a lei, enquanto Brasília contava 21 mortos pela dengue, somente em 2019.

Civilidade proibida
A patrulha não perde tempo e ataca os deputados Kim Kataguiri (DEM-SP) e Marcelo Freixo (Psol-RJ), de matizes diferentes, por terem sido vistos conversando no plenário da Câmara.

Que vergonha
Autoproclamados “artistas” de Brasília protestam contra a decisão do governo do DF de direcionar recursos da Cultura à reforma para reabrir o Teatro Nacional, fechado há cinco anos. Eles exigem dinheiro para eles.

Pensando bem…
…em vez de otimizar o uso dos patinetes, há prefeituras criando dificuldades para vender facilidades às empresas que os exploram.

Informado de que o presidente Juscelino Kubitschek estaria em evento organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo, o governador Jânio Quadros disse que o hospedaria com prazer. “Mas ele quer ficar num hotel da cidade”, avisou um assessor. Nesse caso, ponderou Jânio, ele não precisaria saber da ilustre visita:
– Quem fica em hotel deve ser recebido pelo porteiro.
Juscelino Kubitschek acabou hospedado no Palácio dos Campos Elísios, residência oficial.

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