segunda-feira, 25 de março de 2019.
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Venezuela: Defesa tem plano para resgatar brasileiros

Cláudio Humberto

Colunista - Geral

sexta-feira, 25 de janeiro 2019

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O Governo nunca vai interferir no trabalho
dos investigadores
Ministro Sergio Moro (Justiça), sobre o caso do ex-assessor de Flávio Bolsonaro

Possível conflito e até “banho de sangue” na Venezuela, segundo advertiu ontem (24) o governo russo, ligou o alerta no Governo do Brasil. A preocupação é com os cerca de 12.800 brasileiros que vivem naquele país. Por isso, há especialistas no Ministério da Defesa que cuidam de planos de contingência a serem deflagrados na eventual necessidade de resgatar esses brasileiros. Mas, o Governo avalia que, até aqui, nada indica que haverá demanda maciça por evacuação.

Opção de vida
“O Governo está preparado”, diz fonte do Planalto, para quem grande parte da presença brasileira decorre de relações matrimoniais.

A partir da memória
Esse trabalho do Ministério da Defesa não é refeito “do zero”, a cada crise. A pasta dispõe de memória institucional de como proceder.

Há protocolos
A Defesa fixa protocolos que dividem a população a ser beneficiada segundo critérios de prioridade (mulheres, crianças etc).

Retaliação possível
Se a ditadura manda sua polícia até executar venezuelanos, pode se voltar contra brasileiros, para retaliar a posição do Brasil contra ele.

Crème de la crème
Al Gore foi convidado a falar, durante o almoço, aos chefes de Estado e de governo, CEOs e representantes de organismos internacionais.

Referência
“Verdade Inconveniente” foi o primeiro grande filme que tratou dos perigos da mudança climática. Virou referência para ambientalistas.

Deferência
Ao encerrar seus elogios para o presidente brasileiro e a política ambiental, o americano Al Gore encerrou com um “thank you, sir”.

Oportunismo rastaquera
Jean Wyllys curtiu privilégios de deputado durante anos: R$210 mil por mês, entre salários e verbas indenizatória e de gabinete, sem contar mordomias. Ficou revoltado com a inexpressiva votação, dizem seus amigos. Mas, alega “ameaças” para viver no “auto-exílio” dourado.
Sem viés ideológico
O governo do Distrito Federal vem adotando uma política externa que, de fato, não se submete ao viés ideológico. Ontem (24), fechou promissores acordos de investimentos da China e da Coreia do Sul.

Palmas para ele
Já sem o peso do cargo nas costas, o ex-presidente Michel Temer começa a saborear reconhecimento. Estes dias, à saída do restaurante Parigi, um dos mais badalados de São Paulo, foi aplaudido.

Melhor não mexer nisso
Após cinco anos recebendo R$ 30 milhões anuais para dar “assessoria de imprensa internacional” ao governo, a CDN tem sido estimulada por amigos da onça a processar autoridades que citam isso como exemplo de maracutaia nos governo anteriores. Melhor deixar quieto, rapazes.

PSL incomodado
Deputados eleitos do PSL têm ido ao Planalto reclamar que não recebem a “atenção devida”. Admitem que só foram eleitos pela ligação ao presidente Bolsonaro, mas lembram que são eles os que votam na Câmara.
Sem reembolso
Na disputa pela presidência da Câmara, o deputado Fábio Ramalho (MDB-MG) convidou mais de 40 parlamentares para um almoço, ontem. Questionado se pagou do próprio bolso ou se iria pedir ressarcimento pela cota de atividade parlamentar foi direto: “particular, sempre”.

Aerotrem em ação
Quem vê o aerotrem Levy Fidelix ocupando sala na vice-presidência acha que, agora, é preciso passar por ele para falar com o general Mourão. Só porque o vice é filiado ao PRTB, que lhe pertence.

Cruzada
Parte da mídia ainda minimiza a participação do Brasil no fórum de Davos, mas a Bovespa continuou a subir e já beira os 100 mil pontos, apesar da queda no preço do petróleo e da restrição ao frango brasileiro.

Pergunta na imigração
O deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) fez ironia sobre ir viver em Cuba porque está pensando em morar na Venezuela? Vai que é tua, Jean!

Professor de Filosofia em Recife, Pessoa de Moraes foi chamado para depor no DOI-Codi, logo após o golpe de 1964, para explicar sua posição algo esquerdista. A primeira pergunta foi sobre a sua visão da doutrina marxista. Morais falou durante quase uma hora. A segunda resposta levou trinta minutos. A terceira, sobre o que achava do “momento político”, ele atacou:
– Como diria o filósofo alemão Kierkegärd…
– Doutor Pessoa – interrompeu o oficial, exausto – o senhor está dispensado.

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