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Economia

Metro quadrado de Fortaleza atinge R$ 5,86 mil em fevereiro

quinta-feira, 07 de março 2019

No mês de fevereiro, os preços dos imóveis brasileiros oscilaram em 0,08%, em relação ao mês de janeiro (0,13%), sendo o primeiro mês de relativo avanço em 2019. Na passagem mensal, o mercado de Fortaleza registrou 0,24%, saindo da estabilidade observada em janeiro (0%) – sinalizando retomada dos preços, após fechar dezembro de 2018 com retração de -0,21%. Com o novo resultado, o valor médio da metragem na capital cearense atingiu R$ 5,863 mil, o segundo mais caro da região Nordeste. As informações constam do Índice FipeZap, elaborado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e pela Zap Imóveis, que trata de unidades residenciais e acompanha, mensalmente, os preços dos imóveis em 20 cidades brasileiras – incluindo Fortaleza e Distrito Federal.

Na passagem entre janeiro e fevereiro, Fortaleza atingiu o 8º maior valor do País, considerando-se apenas as capitais monitoradas, acompanhado o movimento de alta registrado em mais nove regiões, sendo as maiores registradas por Florianópolis (1%), Goiânia (0,94%), Manaus (0,84%) e Brasília (0,56%). Individualmente, sete das 16 capitais registraram queda mensal de preço, com as retrações mais expressivas observadas em: João Pessoa (-2,3%), e Curitiba (-1,59%).

Ainda na capital cearense, o ranking dos cinco bairros com a metragem mais cara, em fevereiro, é liderado por Meireles (R$ 7.847,00), seguido por Mucuripe (R$ 6.781,00), Cais do Porto (R$ 6.706,00), Engenheiro Luciano Cavalcante (R$ 6.604,00) e Guararapes (R$ 6.493,00). Por outro lado, entre os mais baratos, estão Itaperi (R$ 2.705,00), Conjunto Prefeito José Walter (R$ 2.704,00), Jangurussu (R$ 2.580,00), Farias Brito (R$ 2.545,00) e Bela Vista (R$ 2.393,00).

Balanço
No País, em fevereiro, após alta de 0,13% em janeiro, o Índice FipeZap encerrou o mês de fevereiro de 2019 com variação de 0,08% no preço de vendas de imóveis residenciais. O percentual é inferior à inflação esperada de +0,35% para o mês(IPCA/IBGE), segundo o Boletim Focus do Banco Central. Com base nessa expectativa, o preço médio de venda de imóveis residenciais encerraria o mês com queda real de 0,27%. Ao final do primeiro bimestre, o Índice FipeZap acumula ligeira alta nominal de 0,21% em 2019, face à inflação de 0,67% estimada para o período, medida pelo IPCA (IBGE). A comparação entre a variação acumulada do Índice FipeZap e a inflação medida pelo IPCA (IBGE) impõe ao preço médio de venda de imóveis residenciais uma queda real de 0,46% no inicio deste ano

No ano, o Índice FipeZap acumula ligeiro avanço nominal (0,07%), resultado que mantém o comportamento do preço médio de venda de imóveis residenciais próximo da estabilidade no período. Como a inflação acumulada nos últimos 12 meses é de 3,81%, segundo o IPCA (IBGE), a variação real do Índice FipeZap no período é de -3,60%. Entre as 16 capitais monitoradas, Goiânia se destaca com o maior aumento nominal de preço no período (4,04%) – sendo, inclusive, a única capital a superar a inflação. Por outro lado, Maceió se mantém, entre as demais capitais, como a cidade com maior queda no preço de venda residencial nos últimos 12 meses (-5,38%).

Valor médio
Em fevereiro, o valor médio do metro quadrado, anunciado das 20 cidades, foi de R$ 7.528,00. Rio de Janeiro se manteve como a cidade com a metragem mais cara do País (R$ 9.402,00), seguida por São Paulo (R$ 8.829,00) e Distrito Federal (R$ 7.781,00). Por outro lado, as cidades com menor valor médio, por metro quadrado, entre as pesquisadas pelo Índice FipeZap foram Vila Velha (R$ 4.727,00), Goiânia (R$ 4.210,00) e Contagem (R$ 3.552,00).
O valor médio do metro quadrado foi de R$ 7.189,00 entre as 50 cidades monitoradas. O município do Rio de Janeiro se manteve como a capital monitorada com a metragem mais cara do País (R$ 9.481,00), seguida por São Paulo (R$ 8.862,00) e Brasília (R$ 7.367,00). Já entre as capitais monitoradas com menor valor médio de venda residencial por metro quadrado, destacaram-se: Campo Grande (R$ 4.065,00), Goiânia (R$ 4.254,00) e Maceió (R$ 4.561,00).

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