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Após 4 meses de protestos, Chile ainda não volta à normalidade

quarta-feira, 19 de fevereiro 2020

Quatro meses após a eclosão dos protestos que geraram um convulsão social no Chile, deixando 31 mortos e milhares de feridos, a vida em Santiago ainda não se normalizou. Algumas estações de metrô seguem fechadas, atos ainda acontecem, e a sociedade está polarizada. Além disso, a expectativa é de que em março as marchas sejam retomadas com força. Em 25 de outubro, uma semana depois do início da crise, a reportagem conversou com moradores da capital chilena, que relataram como estavam a cidade e sua rotina em meio ao caos. Nesta segunda, a reportagem falou com eles para saber o que mudou.


Um deles é o engenheiro de suporte de computação Rodrigo Valenzuela, 43, que em outubro se uniu aos vizinhos em uma ronda noturna no condomínio para evitar a invasão de criminosos que aproveitavam a situação para roubar. Ele diz que a vigilância não é mais necessária, mas sua rotina não voltou ao normal. “A mobilidade é um problema. Algumas estações de metrô destruídas continuam fechadas”, conta. “Isso, para mim, significa meia hora a mais de trajeto para o trabalho”.


Com isso, ele fez um acordo para trabalhar de casa e vai ao trabalho uma vez por semana. Segundo ele, colegas fizeram o mesmo. O engenheiro também evita circular pelo centro às sextas, quando são convocadas as principais marchas. Segundo ele, o que se diz é que os protestos voltarão em março, após as férias.

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