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Opinião

Documento unificado

terça-feira, 16 de julho 2019

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve definir, em novembro deste ano, as cidades que vão participar do projeto-piloto para as primeiras emissões do Documento Nacional de Identificação (DNI), documento digital que reunirá informações da identidade (RG), CPF, título de eleitor e carteira nacional de habilitação dos cidadãos. De acordo com o tribunal, responsável pela gestão do programa, técnicos trabalham na identificação das localidades que apresentam condições técnicas para iniciar a emissão do DNI. Cidades com maior número de pessoas cadastradas no sistema biométrico de votação das urnas eletrônicas devem participar do projeto inicial. Segundo a Justiça Eleitoral, mais de 100 milhões de pessoas já foram cadastradas pela biometria em todo o País. Em 2018, o projeto-piloto do documento único foi lançado pelo Governo Federal e pelo TSE, que fornecerá a base de dados da biometria dos eleitores para compor o banco de informações. No início de janeiro, o Governo Federal retomou iniciativas passadas para criar a base digital que unifique diversos documentos.
O fato é que se trata de uma excelente iniciativa, uma vez que visa dificultar, por exemplo, a fraude desses documentos, sem contar com a praticidade de tê-los todos reunidos em um único papel. São essas tecnologias que devem, sim, ser aprimoradas, de modo a trazer mais benefícios aos cidadãos. O sistema biométrico é mais uma dessas iniciativas aprovadas por todos, tendo em vista a praticidade que ele representa. Que as inovações continuem.

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