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Opinião

Lula com a pior reforma previdenciária!

terça-feira, 16 de julho 2019

Nas três últimas décadas, dos governos de Fernando Collor a Jair Bolsonaro, os trabalhadores assalariados já foram vítimas de cinco reformas previdenciárias dos gestores: Collor, Fernando Henrique, Lula, Dilma e Bolsonaro. A de Temer não emplacou no Congresso Nacional: seria a sexta. Portanto, uma reforma para cada cinco anos, e, o País ainda não encontrou modelo de Previdência Compartilhada com perspectivas de estabilizar o processo previdenciário por período superior a cinco anos.

A pior reforma previdenciária, de todas essas que já ocorreram, foi a de Luiz Inácio Lula. Realidade que escondem os seguidores do mais ilustre presidiário da Operação Lava Jato, eleito pelo Partido dos Trabalhadores, com consagradora votação e idolatrado em histórica festa cívico-democrática na Explanada dos Ministérios. Na ordem decrescente das piores reformas: Lula; FHC, Collor, Dilma e Bolsonaro.
A de Lula, no primeiro semestre de 2003, após sua posse e com iniciação do processo das propinas distribuídas através do mensalão, criou o teto/INSS para aposentadoria; aposentadoria complementar através de bancos, hoje chamada de capitalização; taxou os aposentados que percebiam e percebem benefício acima do teto; aumentou tempo de contribuição e idade para aposentadoria e ainda manteve as maldades de Collor e de Fernando Henrique.

Reforma de FHC: criou fator previdenciário; aumentou tempo de idade e contribuição e manteve a maldade de Collor. Na reforma de Collor foi desvinculado o valor das aposentadorias do salário mínimo: incrível maldade. Na reforma de Dilma foi instituída a fórmula 85/95, casamento de idade com contribuição para homens e mulheres, e, ainda desvinculou e reduziu valores de aposentadorias deixadas pelo cônjuge falecido para dependentes.

Na reforma de Bolsonaro estão concentradas as maldades dos antecessores Collor, FHC Lula, Dilma e Temer. Entretanto, pressionado pela opinião pública, retirou pontos polêmicos: desconstitucionalização e capitalização, além de respeitar direito adquirido, o que não fez Lula.
Desconstitucionalização: mudança na legislação previdenciária sem mais necessidade de quórum qualificado e exigido pela Constituição Federal. Capitalização: investimento voluntário da classe trabalhadora na rede bancária, para imaginável conquista de rendimentos financeiros para uma incerta futura “aposentadoria”, através de aplicações no mercado de ações. Bolsonaro ainda retirou outras maldades, a exemplo da redução dos benefícios de prestação continuada e assistência social – BPC-LOAS; aposentadorias rurais; de professores, de policiais federais e de outros integrantes do sistema de segurança.

Com a retirada dessas maldades, a reforma de Bolsonaro deixou com Lula o troféu de campeão concentrador de maldades e autor da pior reforma previdenciária deste País, apesar dos seus seguidores contestarem essa posição no pódio das maldades nacionais contra os trabalhadores contribuintes do Sistema de Previdência.

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