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Opinião

Política

segunda-feira, 08 de setembro 2008

São diversas as definições de “Política”, dentre elas: ser a ciência dos fenômenos referentes ao Estado; sistema de regras respeitantes à direção dos negócios públicos e arte de bem governar os povos.

Mas é, também, a atividade praticada na disputa dos cargos de governo ou no proselitismo partidário. E é a esta acepção que os candidatos se apegam, debruçam-se com todo vigor e artimanhas, muitas vezes desonestas, para alcançar o poder.

Os obstáculos no caminho, como falta de recursos e “ficha limpa”, são resolvidos com dívidas somente pagas se houver sucesso na eleição, e a presunção da inocência, cobertor constitucional. Advém daí o incentivo potencial para a politicagem. Alcançados na falcatrua, nem o “soro da verdade” os fará confessar o crime, demais com a proteção do foro privilegiado.

Quando o Brasil vai mudar?
A propósito, quando, na área executiva, alguma coisa poderia mudar – e para melhor – vêm normas politiqueiras entravar a execução de obras, liberação de verbas para saúde, educação, etc., sob o argumento de que é propaganda eleitoral.

Ora, administrar em quatro anos demanda, nos primeiros dois, muito tempo para montar a máquina administrativa, “tomar pé” da situação do Estado, para, a partir daí, começar a tocar os serviços. Então, da metade para o fim, nada mais pode ser feito, porque é beneficiar o candidato e não ao povo, como se um postulante do partido tal fosse tão diferente do da outra agremiação. Esquecem o refrão:
Os cachorros são os mesmos, só mudam as coleiras!

Não deve ser estranho o fato de não haver a ressalva: “com raras exceções”. Desnecessária, porque os corretos continuam imunes…

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