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Política

Freire pede que Bolsonaro indique reitores federais

quarta-feira, 30 de janeiro 2019

O deputado federal eleito Heitor Freire (PSL), poucos dias antes de tomar posse na Câmara Federal, atua para articular mudanças no campo da educação junto com o ministro da pasta no Governo Federal, Ricardo Vélez. Em reunião durante a última semana, o parlamentar levou a ideia de um projeto de lei que pretende apresentar na Câmara dos Deputados este ano, propondo que os reitores de universidades federais passem a ser indicados pelo presidente da República.

“Com isso, nós queremos tirar toda a ideologia e doutrinação que foi implantada dentro das universidades nos últimos anos”, conta o deputado após o encontro com o ministro.
Ele defendeu, ainda, a inclusão de livros de Olavo de Carvalho e de Carlos Alberto Brilhante Ustra como paradidáticos no Ensino Básico. “Eu tenho muitos planos para a educação brasileira. Quero recomendar alguns livros paradidáticos, como os do professor Olavo de Carvalho, assim como o livro do coronel Brilhante Ustra ‘Verdade Sufocada’ para o Ensino Médio”, adianta.

Ricardo Velez exaltou o encontro: “É um prazer estar com o deputado Heitor Freire e outras pessoas que lutam pela reestruturação da educação e do Ensino Básico Fundamental. Nós acreditamos na educação como um instrumento de crescimento da sociedade para a integração e preservação dos nossos valores mais caros”, destacou o ministro.

O deputado ressaltou, ainda, que segue aberto para o diálogo com o governo Camilo Santana (PT), a quem faz oposição no Ceará, de modo que o Estado receba o apoio necessário do Ministério da Educação.
Haviam participado do encontro, também, os deputados Bia Kicis (PRP-DF), Dayane Pimentel (PSL-BA) e Felipe Barros (PSL-PR).

Diplomação
Freire já havia elogiado a obra “Verdade Sufocada”, de Brilhante Ustra, durante sua diplomação como deputado federal, em dezembro do ano passado, quando apareceu segurando o livro. Ustra atuou, durante o período da ditadura militar, como coronel e chefe do Doi-Codi, centro de tortura do regime dos militares.
Passou pelo Doi-Codi, entre outros, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), presa e torturada por envolvimento com guerrilha armada no mesmo período. O presidente Jair Bolsonaro já havia gerado polêmica em 2016, na ocasião da votação do impeachment de Dilma, ao declarar seu voto homenageando Ustra.

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