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Colunista - Fernando Maia

A nova realidade eleitoral

terça-feira, 30 de junho 2020

Em março, o ministro Luís Roberto Barroso, que assumiria a presidência do TSE, advertia aos dirigentes partidários, eleitores e os próprios servidores da Justiça Eleitoral como deveriam estar prontos para a maior reviravolta da História dos pleitos eleitorais no Brasil. Ele se referia exatamente ao que está sendo debatido pelo grupo de trabalhado criado para estabelecer as regras das campanhas para prefeituras e câmaras municipais sem a realização de comícios e muito menos de festejos para atrair eleitores. Mas, para Barroso, o caso dos comícios é bem menos complicado para haver impedimento. Na verdade, o GT do TSE está debruçado é na questão das convenções partidárias que, ao longo dos anos, têm gerado tantas aglomerações quanto os comícios. Mais sério ainda a respeito das convenções virtuais, deverá ser a fiscalização da elaboração das atas que tem sido motivos de grande número de fraudes em todas eleições. Por conta disso, segundo o presidente Barroso, o TSE e TREs farão uso de todos os tipos de tecnologia, e todo o seu pessoal disponível, para evitar falsas assinaturas e falsos números. O alvo é o fim da manipulação dos dados das convenções.

A justiça de Ciro. Um dos principais episódios em relação à chegada da transposição ao Ceará foi a atuação de Ciro Gomes como ministro da Integração Nacional, brigando com os governadores que se achavam donos do “Velho Chico”, para a construção de uma obra para a qual não havia recursos e que resultou exitosa depois de marchas e contramarchas contra tudo e contra todos. Quanto a Bolsonaro, que pouco fez, ele admite que se agradeça ao Presidente a manutenção do cronograma de trabalho, por tocar uma obra dos três governos que o antecederam.

Bem na foto. Ainda em relação à visita de Bolsonaro para entregar as obras da transposição, causou espécie a maneira como o prefeito de Juazeiro do Norte, José Arnon Bezerra, sendo adversário, ganhou caloroso abraço e muitos elogios do Presidente.

Equívoco. O deputado Renato Roseno (Psol) se equivoca ao defender um monumento às vítimas da covid-19. A preferência deveria ser por um monumento aos profissionais de saúde que tantas vidas têm salvado. Na verdade, é algo pueril agradecimentos pelo cumprimento do dever.

Culpa da União. Por conta do escândalo do uso fraudulento do auxílio emergencial, praticado por 1,6 milhão de espertalhões, dos quais 110 mil no Ceará, poderá haver reunião dos governadores para culpar o Governo Federal, que tinha todas as informações para impedir esse crime.

Pânico. Se para o clã de Bolsonaro já havia preocupação, a situação passa a ser de pânico, depois que Márcia Aguiar, mulher do Fabrício Queiroz, o gestor das “rachadinhas”, anunciou sua disposição de se entregar em troca de delação premiada.

Castelo de cartas. Com uma ficha eivada de falsidades, o senhor Decotelli teve posse adiada no Ministério da Educação. O seu rico currículo é uma peça de ficção prenhe de mentiras. O doutorado em Rosário, Argentina, e pós-doutorado, na Universidade de Wuppental, Alemanha, foram formalmente desmentidos.

“Não deixa de causar preocupação uma pesquisa indicar que 12% dos brasileiros defenderem o sistema ditatorial que experimentamos por 21 anos”. Deputado Salmito Filho (PDT).

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