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Colunista - Cláudio Humberto

Anvisa ensaia criar o ‘cartório’ da telemedicina

quinta-feira, 23 de julho 2020

A gente vai dobrar a capacidade da malha paulista
Tarcísio Freitas (Infraestrutura), sobre os investimentos na área do transporte

AAnvisa ameaça aprovar resolução criando mais um “cartório” no País, em plena pandemia, regulamentando para burocratizar a prescrição de medicamentos por meio eletrônico. Segundo a minuta vazada da agência reguladora, além de o médico ser obrigado a obter “certificado eletrônico” para prescrever remédios, a farmácia terá de obter outro, para vendê-los. Em vez de apenas tornar digitais exigências “analógicas” para receitas médicas, tudo controlado por um “Instituto Nacional de Tecnologia (ITI)”.

Mais um cartório
Pela proposta sob avaliação, a Anvisa pretende a criação de um portal do “ITI”, do governo federal, para “consulta e validação” das receitas.

Retrocesso
Para representantes do setor, o problema não são os certificados, mas a burocratização que não existe nem mesmo na receita de papel.

Para que facilitar?
A segurança poderia ser facilmente feita pela digitalização dos dados já exigidos como nome, CPF, endereço etc. do paciente e do farmacêutico.

Antolho burocrático
A minuta do atraso não foi discutida na última reunião colegiada, mas a Anvisa informa, apesar das críticas, que “o tema permanece na pauta”.

ANS abriu as portas
O negócio de Qualicorp, que vende planos de saúde coletivos, teria sido viabilizado pela decisão da ANS de permitir o fim dos planos individuais.

Fábrica de entidades
Seripieri usou as brechas para vender planos coletivos, mais em conta, por meio da criação de associações, muitas delas meramente cartoriais.

Esquema azeitado
A ANS impôs “controle de preços” dos planos individuais, liberando as empresas a abandoná-los, como queria a Qualicorp, pelos coletivos.

Memória das farras
Na sessão sobre o Fundeb, na Câmara, deputados lembravam as festas em São Paulo e Brasília de José Seripieri Júnior, preso pela PF. Festas com tudo de bom e do melhor nas mesas. E fora delas também.

Plantão palaciano
O Planalto acompanhou até altas horas a votação do Fundeb na Câmara, negociando cada ponto. Os ministros Braga Neto (Casa Civil) e Luiz Eduardo Ramos (Governo) eram só sorrisos, ao final da votação.

Proibido investigar
A Câmara Municipal do Recife, controlada pelo prefeito Geraldo Julio (PSB), decidiu fechar os olhos e não criar CPI para apurar corrupção na compra de materiais contra Covid-19. A Policia Federal cuida do caso.

Rango delivery
O deputado Fábio Ramalho (MDB-MG) foi a salvação do estômago dos deputados que avançaram na madrugada, na votação do Fundeb. “Olha o lanche!”, gritou ele, para anunciar o seu “delivery”.

Desespero no presídio
Um agente penitenciário se matou a tiro em seu local de trabalho, há um ano, em Rio Branco (AC), e o pagador de impostos terá de indenizar sua mãe em R$ 80 mil por “dano moral”, por decisão da Justiça. Cada uma…

Saudades de Ariano
Há 6 anos, em 2014, o Brasil perdia o gênio de Ariano Suassuna, dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta. Um paraibano que se fez pernambucano. Foi autor de obras como “Auto da Compadecida”.

Notável e imortal
O coronel Augusto César Vareda, assessor da Presidência, foi eleito para compor o Quadro de Notáveis Imortais da Academia Brasileira de Ciências Econômicas, Políticas e Sociais (ANE).

Retomada gradual
Presidente da Alshop, Nabil Sahyoun reconhece que o auxílio oferecido pelo governo federal tem ajudado os pequenos empresários, mas a retomada segue lenta, com queda de 70% no movimento nos shoppings

Pensando bem…
…o Supremo decidiu que governos definem ações de combate ao Covid, mas na prática isso só vale quando é para manter a quarentena.

O então deputado Wilson Braga (PFL-PB) estava desolado com sua derrota na disputa para o Senado em 2002. Até chorou, em uma entrevista no rádio. Seu colega Damião Feliciano (PMDB-PB) puxou conversa: “Como está se sentindo, Wilson, indo embora para casa?”
Tocou no ponto fraco de Braga, que comparou dores de perda: “Perder eleição é pior do que perder parente próximo!…”

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