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Colunista - Fernando Maia

Brasil – país de sorte

quinta-feira, 05 de setembro 2019

Quem tem acompanhado o tem que ocorrido com alguns países, diante dos riscos e perdas que eles correram em consequência de governantes ditatoriais, não gosta de lembrar o passado. Nas últimas sete ou oito décadas, estiveram em cena Francisco Franco, da Espanha, responsável por inundar em sangue aquele país, na década de 50, na Argentina mergulhada na desordem de Juan Domingo Perón e do que Hitler fez com a Alemanha e com o mundo. O que admira é o caso do Brasil, pois aqui não tivemos apenas um, mas quatro presidentes desastrados, sendo que o atual apenas está começando. Após Vargas, tivemos Jânio, acusado de governar ébrio, proibiu brigas de galo e canários e o uso de biquínis, e que, num de seus pileques, quando despertou, tinha renunciado. Depois, veio Fernando Collor, eleito apesar do apelido de “Fernandinho do Pó”. Lula, de edificante História política, mas também chegado à “água que passarinho não bebe”, e dotado de enorme generosidade com donos de grandes bancos, assim como de empresários e políticos corruptos. Pois bem, agora temos Bolsonaro, sitiado de críticas por medidas de consequências duvidosas, o que nem é o seu pior defeito. Na verdade, o mais mortal dos seus pecados é a falta de freio na língua. Se colocar nos trilhos os seus projetos e nunca mais cometer absurdos, como os de elogiar quem não merece e criticar quem merece, já fará um governo pelo que se pode esperar dele.

Caiu, mas aprovou. Cid Gomes tem boa atuação, mesmo sendo estreante. Seu primeiro teste foi a PEC dos recursos dos leilões do pré-sal. Com habilidade política, uma inegável qualidade dele, conseguiu a aprovação de bons percentuais de 15% para estados e municípios, assim como uma boa “ponta” de R$ 3% para estados produtores. Passou mal, mas esteve atento.

No jeito. Ainda sem muito jeito para atuar nos ministérios, o deputado federal Heitor Freire pressionou e conseguiu junto ao Ministério da Integração Nacional, valiosa ajuda de R$ 39 milhões para salvar o Açude Lima Campos, em Icó.
Coração e convicção. Após ler e opinar sobre as absurdas 489 emendas à PEC da reforma da Previdência, Tasso mostrou-se realista e humano. Para a PEC paralela, que inclui estados e municípios, ele incluiu benefícios para evitar que muitas famílias chaguem à pobreza total. E outras concedendo benefícios a famílias com dependentes doenças crônicas.
Ainda Tasso. A propósito do senador Tasso, ele ganha aplausos e gratidão de dezenas de pensionistas, com a declaração que fez: “Nenhuma pensão do INSS ficará abaixo de um salário mínimo”, medida que a equipe econômica do Governo andou querendo fazer, mas não fez.
Antiamericanismo?. Na CMFor, o vereador Jorge Pinheiro vai defender projeto sugerido pelo advogado Roberto Ribeiro, para a mudança de nome do Bairro Presidente Kennedy para Rachel de Queiroz, Gustavo Barroso ou Casimiro Montenegro Filho. Tudo bem, a Avenida Estados Unidos já teve o nome trocado por Virgílio Távora, o que foi uma mudança acertada.
Lambuzados. Em sua fúria amainada pela “rasteira” que levou de Lula e do PT, o ex-ministro Ciro Gomes, afirma que o PT se “lambuzou todo”, ao colocar Sérgio Gabrielli, como coordenador da campanha do ex-prefeito Haddad, de São Paulo.
Lixo muito. O prefeito RC precisa estar atento às denúncias de moradores de bairros. Em sua maioria, afirmam que quando a bandidagem, em janeiro, achacou Fortaleza, a Cidade virou um “paraíso” das rampas de lixo. Mas, mesmo com a bandidagem “liberando” as tais rampas continuam com muita sujeira, fedentina e doenças.

“Ganhar votos com promessas descumpridas pode ser visto também como mais um tipo vergonhoso de crime eleitoral”. Procurado da Justiça, Nilce Cunha.

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