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Colunista - Fernando Maia

Dinamismo no quase setentão

terça-feira, 16 de julho 2019

 

Na próxima sexta-feira (19), o Banco do Nordeste do Brasil estará completando 67 anos de fundação. O presidente, Romildo Rolim, estará comandando dois eventos para comemorar a data: O XXV Fórum BNB de Desenvolvimento e XXIV Encontro Regional de Economia. No encerramento, haverá a entrega da Comenda BNB de Desenvolvimento e do Prêmio de Jornalismo. O tema, perfeitamente adequado às finalidades para as quais o BNB foi criado, em 1952, no governo do presidente Getúlio Vargas, e por iniciativa e incentivo do ministro da Fazenda Horácio Lafer, não poderia ser outro que não fomentar as possibilidades de desenvolvimento do Nordeste. Há motivos justificados para que o atual comando do BNB comemore os quase 70 anos do maior banco de desenvolvimento regional da América Latina, a começar pela maneira como tem fortalecido as grandes iniciativas desenvolvimentistas, acrescida de projetos da grandeza do Crediamigo, destinado a ajudar a manter e fazer crescer pequenos negócios, que tanto empregam. O quase setentão tem uma história grandiosa no desenvolvimento da região nordestina.

Começando bem. O empresário Ricardo Cavalcante, eleito para a presidência da Federação das Indústrias do Estado do Ceará consciente do peso que representa suceder Beto Studart, já mostra determinação antes mesmo da sua posse a 19 de setembro. Nesse sentido, já entra esteve com o titular da pasta das Minas e Energia, Bento Albuquerque, de quem obteve a garantia de apoio ao desenvolvimento da mineração, com potencialidade, mas ainda carente de mais suporte financeiro.Rejeições a Larissa. A novela do regresso da vereadora Larissa Gaspar poderá ser bem mais complicado  que aparenta. Tem o apoio de muitos petistas do primeiro time, como Acrísio Sena, mas sofre resistências de pré-candidatos que vêm nela uma ameaça a vagas que seriam suas.
Erro e capricho. Entre erros e acertos, mais erros que acertos, marcha o senhor Jair Bolsonaro para fazer do filho Eduardo, embaixador nos Estados Unidos, capricho, que irrita políticos, intelectuais e juristas. Essa teimosia, por estranha coincidência, poderá dar ao presidente  Trump o embaixador que merece.
Visibilidade. A sucessão 2020 para a Prefeitura de Fortaleza começa a se tornar um processo marcado por uma frenética corrida aos holofotes. Quem tem se destacado nesse quesito é o deputado José Sarto, presidente da Assembleia Legislativa, o preferido dos irmãos Ferreira Gomes.  Além de assumir o Governo, ele encerrou o Forricó e abriu a Expocrato.
Perdeu o pulso. Após se destacar como um dos melhores deputados e uma das forças do PDT na Câmara dos Deputados, o cearense André Figueiredo, radical adversário da reforma da previdência terminou perdendo o pulso na condição de líder da sigla naquela casa. Não conseguiu impedir que oito deputados pedetistas, inclusive a bela Tábata Amaral, votassem na matéria.
Desagradando. Segundo analistas da política, não teve boa repercussão, na tucanagem do Ceará, a sinalização de que o senador Tasso Jereissati, depois de ter sido traído pelos irmãos Ferreira Gomes, voltará a se aliar a eles no pleito de 2020.
Voto distrital. Parece que o TSE quer dar um “empurrãozinho” na reforma eleitoral. Grupo de trabalho daquela corte prepara proposta para implantação, em 2020, do voto distrital nas eleições de vereador para tentar melhorar a qualidade das câmaras municipais.

“Não é difícil governar o povo brasileiro, que é cordato. Difícil, mesmo, é conter a ganância dos representantes que este povo elege”. Tancredo Neves (1910-1985). Presidente eleito, mas não empossado, do Brasil.

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