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Colunista - Cláudio Humberto

Ecad manobra para faturar em dobro com “lives”

segunda-feira, 29 de junho 2020

Se não precisa adiar a eleição, é porque não tem mais crise
Rodrigo Maia, atacando os prefeitos que defendem a manutenção da data da eleição

Osucesso das “lives” durante este período de pandemia e isolamento social, fez crescer o olho do Ecad, responsável por coletar pagamentos por uso de músicas no País. A malandragem foi admitida pela própria entidade, ao afirmar que já tem contratos com YouTube, Facebook etc. e recebe regularmente, mas que “lives” transmitidas pelas plataformas ganharam destaque e o Ecad quer faturar mais com execução pública musical.

Cobrança dupla
A cobrança é feita duas vezes pelo mesmo produto, a realização da live e pela transmissão. Afinal, se não fosse transmitida, ninguém iria assistir.

Insaciável
Na prática, o artista, que está impossibilitado de se apresentar e cobrar
ingresso, devido ao isolamento social, vai precisar pagar para trabalhar. É o fim.

Tão caridoso
A cobrança é de 7,5% do valor bruto dos patrocínios, retroativa a 20 de março. Mas, devido à pandemia, vai dar desconto e cobrar “apenas” 5%.

Negócio da China
Sem as lives, o Ecad arrecadou R$ 4,4 bilhões entre 2016 e 2019 e R$ 3,9 bilhões para músicos. E ficou com os R$ 452 milhões restantes.

Meme é só um meme
As redes sociais têm linguagem própria, anárquica e livre. O que parece sério não passa, na maior parte dos casos, de memes, provocações.

Objetivo é causar
A dona de um salão de beleza que bomba nas redes sociais pregando o assassinato de Bolsonaro não é necessariamente uma homicida à solta.

Apenas opiniões incisivas
O PGR Augusto Aras reconheceu o conteúdo incisivo, mas admitiu que as mensagens são opiniões protegidas pela liberdade de expressão.

Autoritarismo exposto
O ministro André Mendonça (Justiça) expôs o caráter autoritário das investidas contra atos antidemocráticos, ao lembrar que o movimento anarquista, fundado no fim da década de 1860, nega o poder formal e prega o fim das instituições. O STF pretende prender seus ativistas?

Piada institucional
O procurador Marcelo Rocha Monteiro, do Rio de Janeiro, observou que no Brasil quem perde a eleição vai ao Supremo Tribunal Federal (STF) e impõe sua política pública, anulando o mandato popular do governante.

Começou a campanha
O clima esquentou em Araraquara (SP) entre o prefeito Edinho Silva (PT), ex-ministro de Dilma, e o ex Marcelo Barbieri (MDB). Silva ouviu o que não queria, ao atacar Barbieri, que não será candidato este ano.

Ministros vapt-vupt
Uma coalizão de deputados vai reunir hoje (29) sete ex-ministros da Educação dispostos a falar mal do governo. Metade deles ficou menos de um ano no cargo e um deles foi demitido pelo telefone.
Tempos de pibão
“Em seus sete meses de governo, Doutor Jânio fez o PIB brasileiro crescer 9,2%”, lembra Victor Eugênio, 80, sobre o também campograndense Jânio Quadros, de quem foi secretário particular.

O lobby venceu
Morreu. na Câmara dos Deputados, o projeto que repassava à Saúde os bilhões do cartório de seguradoras do Dpvat. O Governo publicou no Diário Oficial pedido de retirada do projeto da tramitação no Congresso.

Máquina de comer dinheiro
A cartilha Fatos Fiscais, do Tribunal de Contas da União, sobre gastos do Governo nos últimos anos, indica que o deficit primário verificado pelo Tesouro Nacional em 2019 alcançou R$ 88,9 bilhões.

Não pode nem falar
A comissão especial criada pela Câmara dos Deputados para discutir a pandemia do novo coronavírus não vai nem sequer discutir o retorno às aulas. Cancelou a reunião destinada a isso, marcada para esta terça (30).

Muito jovem, Osvaldo Aranha foi prefeito de Alegrete (RS) e decidiu acabar uma curiosa tradição: a briga diária, todas as noites, no cabaré da cidade, “Lulu dos Caçadores”. Tudo corria bem e animado até o relógio bater 2h da madrugada, e o pau cantava. Uma noite ele visitou a boate. Bebeu, dançou, foi embora às 3 horas, nada de briga. Voltou no dia seguinte, e novamente os valentões não apareceram. No quinto dia, já freguês, encontrou um vistoso aviso na parede: “Dr. Osvaldo Aranha, acabaram-se as considerações”. Naquela madrugada, pontualmente às 2 horas, o pau cantou de novo.

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