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Colunista - Tarcília Rego

Emprego Verde

terça-feira, 17 de outubro 2017

Se você busca um “emprego verde” no mercado global e tem experiência em negociação e vendas, e gostaria de trabalhar em uma das maiores empresas de energia do mercado brasileiro e global, a Shell abriu processo seletivo para homens e mulheres interessados em trabalhar na área de energia solar fotovoltaica.
A atuação do profissional será com o foco em desenvolvimento de negócios, influenciando e gerenciando toda a cadeia envolvida nesse processo, dos clientes aos parceiros.

Quando contratado, o novo gerente de Desenvolvimento de Negócios Solares assumirá a responsabilidade geral pelo desenvolvimento de projetos de energia solar da América Latina e vai trabalhar no Rio de Janeiro. Para submeter currículo veja o link no O Estado Verde: www.oestadoce.com.br/oev/
No Brasil, a Shell está presente há mais de um século, desde 1913. Foi a primeira empresa internacional a produzir petróleo no País – na Bacia de Campos –depois que o mercado foi aberto ao investimento privado.

Empregos verdes são aqueles que reduzem o impacto ambiental de empresas e de setores econômicos para níveis que, em última análise, sejam sustentáveis.
Segundo o relatório, “Emprego s Verdes: Trabalho Decente em um Mundo Sustentável e com Baixas Emissões de Carbono” (Pnuma – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e da OIT – Organização Internacional do Trabalho), os empregos verdes podem ser encontrados em uma ampla gama de setores da economia, tais como os de fornecimento de energia, reciclagem, agrícola, construção civil e transportes.

“Eles ajudam a reduzir o consumo de energia, matérias-primas e água por meio de estratégias altamente eficazes que descarbonizam a economia e reduzem as emissões de gases de efeito estufa, minimizando ou evitando completamente todas as formas de resíduos e poluição, protegendo e restaurando os ecossistemas e a biodiversidade.”

Enquanto instituições financeiras brasileiras passam incólumes diante do escândalo da Lava Jato – toda a dinheirama roubada por políticos e empresário corruptos passou por muitos bancos e ainda incentivou a energia fóssil no País – o CEO global do BNP Paribas, Jean-Laurent Bonnafé, acaba de anunciar o novo direcionamento do banco que reforça o compromisso de financiar e assessorar investimentos que auxilie a Agência Internacional de Energia a alcançar um de seus principais objetivos: manter o aquecimento global abaixo de 2ºC até o fim do século 21. Para isso, é preciso reduzir a dependência de combustíveis fósseis.

O Paribas anunciou ainda €15 bilhões em financiamento de projetos de energia renovável em 2020; investimento total de €100 milhões em start-ups especializadas na transição da matriz energética (eficiência energética, armazenamento de energia, etc.); política ambiciosa relacionada a títulos verdes (green bonds); revogação dos financiamentos de minas de carvão e plantas de geração de energia a carvão; e interrupção do apoio a companhias do setor carvoeiro que não estejam elaborando políticas de diversificação de fontes de energia.
E mais, não financiará nenhum projetos de exploração ou produção de óleo e gás na região ártica. Belo exemplo do BNP Paribas, um dos maiores bancos da Europa com presença em 75 países.

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