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Colunista - Cláudio Humberto

Ex-ministro culpa Fachin pela morte de Meurer

terça-feira, 04 de agosto 2020

O governo Bolsonaro já entregou 500 mil moradias
Ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), fazendo balanço do programa

O deputado Ricardo Barros (PP-PR), que foi relator da Lei de Abuso de Autoridade, culpa Edson Fachin, ministro do Supremo Tribunal Federal, pela morte do ex-deputado Nelson Meurer na prisão, vítima de covid-19. Barros criticava a decisão de Fachin que cassou a liminar do presidente do STF, Dias Toffoli, em entrevista ao programa Bastidores do Poder, da Rádio Bandeirantes, e fez o paralelo. “É puro ativismo político dele, como fez quando matou Nelson Meurer na cadeia”. Meurer, 73, foi o primeiro político condenado a prisão na Lava Jato.

Coleção de comorbidades
Meurer tinha hipertensão, diabetes e havia passado por recente cirurgia cardíaca. Contraiu covid-19 na prisão, mas Fachin não o liberou.

Membro honorário
“Fachin faz parte da Lava Jato”, acusou Barros. “É membro honorário”, ao criticar a decisão inconstitucional que não se sustentará no STF.

Conferindo a legalidade
Para ele, ao pedir acesso às investigações, a PGR busca apenas conferir a legalidade de tudo o que foi feito na Lava Jato.

Quem não deve não teme
Ele diz que respeita a ação da força-tarefa contra a corrupção, mas se a Lava Jato fez tudo dentro da lei, não há por que fazer esse esperneio.

Sem intermediário
Se a Odebrecht distribuía dinheiro roubado aos políticos, no México o suborno era levado em malas pela Força Aérea para os parlamentares.

Velho conhecido
Ex-diretor da Pemex, Emilio Lozoya é enrolado também com o esquema da Odebrecht, pelo qual foi preso em fevereiro.

Departamento próprio
A polícia mexicana desenterrou um departamento inteiro dedicado a monitorar e eventualmente comprar apoio de deputados e senadores.

Bilhões contra covid
Cálculos da equipe econômica do Governo indicam que o total de despesas relacionadas ao combate à pandemia do novo coronavírus, apenas este ano, deve chegar a R$ 505 bilhões.

Caça às bruxas
A Câmara, agora, quer criar tempo de prisão para quem pratica campanhas de desinformação na internet. O autor da ideia, Orlando Silva, do PCdoB, que pagava até tapioca com cartão corporativo, ressalta. “Não estou aqui querendo ir atrás da tia do whatsApp”.

Voto vencido
Será interessante o julgamento do mérito, no plenário do STF, do pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para ter acesso à investigação da Lava Jato. Fachin corre o risco de ser voto vencido.

Culpa da China
A revista Foreign Policy informou que a maioria dos americanos (73%), tanto republicanos, quanto democratas, concorda com a visão negativa de Donald Trump sobre a China. Outros 78% acreditam que o governo chinês tem alguma culpa em relação à pandemia da covid-19.

Ativismo de dados
O estudo que apontou que o número de mortes caiu no Rio após a proibição de operações policiais em favelas é de grupo de sociólogos que estuda novos ilegalismos. Cuidado com eles.

Não dá para cair mais
Se já era baixo, o prestígio Felipe Santa Cruz, presidente nacional da OAB, chegou ao rés do chão, com a armadilha em que convidados para um evento por videoconferência apareceram ao lado da logomarca da patrocinadora Qualicorp, cujo fundador foi preso há dias por corrupção.

Retomada é realidade
Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, o consumo de energia no mercado livre cresceu 1,7% em relação a julho de 2019. “Reflete a retomada gradual da atividade econômica”, explica a CCEE.

É o maior, mas saiu barato
É o maior da História o acordo entre a AGU e a Vale, para que a mineradora pague R$129,5 milhões ao INSS, em razão dos benefícios recebidos por suas vítimas. O acordo evita a ação judicial do INSS contra a Vale, responsável pela barragem. Saiu barato.

Pensando bem…
…a “terceira onda” da pandemia vai ser no bolso.

Vice-prefeito de Icó (CE), Fabrício Moreira contratou figura folclórica da cidade, Joaquim dos Santos, como motorista. Mas Joaquim não era propriamente um ás do volante. Certa vez, em viagem a um distrito, eles desciam a perigosa ladeira da Bertioga, quando Fabrício Moreira viu que uma carreta descendo na contramão. Ordenou, com um grito: “Joaquim, desvie o carro para o acostamento!” O homem argumentou: “Posso não, doutor, eles é que estão errados.” Fabrício repetiu a ordem várias vezes, até que perdeu a paciência, tomou a direção e desviou o carro, ele mesmo, do desastre iminente. E desabafou: “Joaquim seu maluco, no céu não tem Detran!”

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