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Colunista - Cláudio Humberto

Governo define volta do Ministério de Segurança

segunda-feira, 27 de julho 2020

Para intimidar críticos da corte, vale um novo tipo de pena, a censura
Deputado Filipe Barros (PSL-PR), sobre bloqueio de contas no Twitter a mando do STF

Presidente da Frente Parlamentar de Segurança Pública, o deputado Capitão Augusto (PL-SP) marcou reunião na próxima quinta-feira (30) com o ministro André Mendonça (Justiça) para tratar da recriação do Ministério de Segurança Pública. Interlocutor frequente do presidente da República, o deputado garante que está mantida a ideia e que a recriação aguarda apenas que Jair Bolsonaro se livre do coronavírus.

Fraga na lista
Capitão Augusto reiterou sua aposta na escolha do ex-deputado e coronel da reserva da PM Alberto Fraga (DF) para o novo ministério.

Vínculo continua
Tanto a Polícia Federal quanto a Polícia Rodoviária Federal devem permanecer vinculadas ao Ministério da Justiça.

Adoradores de armas
Para ele, o novo ministério terá muito a fazer, coordenando as polícias militares e civis, guardas municipais e bombeiros em todo o País.

Pauta de segurança
Capitão Augusto vai disputar a presidência da Câmara, segundo ele, para priorizar projetos ligadas à área de segurança pública.

Lulismo $/A
Segunda maior bancada da Câmara e a maior bancada do Senado, o hoje MDB foi fundamental para garantir maioria plena ao governo.

Do centro ao poder
O papel do PMDB foi tão essencial para o PT, que em 2010 indicou Michel Temer vice de Dilma e a substituiu após o impeachment.

Centrão só cresceu
O PPB chegou a ter 49 deputados na bancada da Câmara em 2003. Atualmente o PP tem 39, mas comanda um bloco de 221 deputados.

Alô, corregedorias
As corregedorias do CNJ e do TJ-SP demoram a avaliar as seguidas decisões de soltura de bandidos de altíssima periculosidade a pretexto da Covid-19, em São Paulo. Mais de 4,5 mil bandidos estão nas ruas.
Repulsa ao ex-ministro
Representantes da indústria farmacêutica do polo de Anápolis (GO) alegam terem sido prejudicados e desenvolveram verdadeira repulsa pelo então ministro José Serra, que, segundo os empresários, atuava na época em benefício das indústrias de São Paulo, como a Medley.

Sondagem eleitoral
Parlamentares paulistas da Câmara juram que o governador João Doria mandou sondar Celso Russomano (Republicanos) para vice de Bruno Covas, em novembro. O prefeito está à frente, nas pesquisas.

Calaboca eficaz
O PT mantém silêncio constrangedor sobre os escândalos de corrupção na prefeitura do Recife, “visitada” cinco vezes (e não três, como publicamos) pela Polícia Federal. Os cargos ocupados por indicação do senador Humberto Costa têm força de “calaboca”.

Traqueotomia na pista
Marcus Vinicius Furtado Coelho tem recebido apelos para disputar outra vez a presidência na OAB nacional, a fim de recuperar a entidade de duas gestões, inclusive a atual, abaixo de qualquer crítica.

Chegando aos finalmentes
O prefeito Marcelo Angênica fez lembrar Odorico Paraguaçu, de “O Bem Amado”, genial criação de Dias Gomes, ao afirmar que o cemitério de Itamaraju (BA) ficou tão bonito que “dá até vontade de morrer”.

Ideia rara
Coronel Chrisóstomo (PSL-RO) quer lei para a PF investigar os crimes contra a vida de candidatos a cargos eletivos, caso raro de projeto para reduzir burocracia. Hoje a decisão passa pelo Ministério da Justiça.

Uma base incomoda…
Vizinhos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, no Lago Sul, em Brasília, reclamam de barulho, fogueiras e até de casos de assaltos a residências próximas ao Cenipa.

Pergunta na baliza
Quem bater em carro oficial do STF vai ter a CNH bloqueada por ordem judicial?

Diplomata competente e cavalheiro fino, Orlando Leite Ribeiro era respeitável pé-de-valsa, por isso não resistiu ao bolero da orquestra num clube social de Lima (Peru), onde foi embaixador do Brasil, nos anos 1950: localizou a mais bela mulher do salão e a convidou para dançar. O marido enciumado não gostou e o desafiou para um “duelo de honra”: “Escolha as armas! Pistola? Espada?” Calmo, o embaixador definiu: “Granada a doze passos!” O desafiante tremeu: “Como assim? Essa arma não é normal…” O diplomata explicou o exercício da prerrogativa de escolher as armas do duelo: “É a única que sei usar, minha especialidade no Exército.” O maridão intolerante foi embora, desistindo do duelo.

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