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Colunista - Tarcília Rego

Internet das coisas

terça-feira, 21 de novembro 2017

Se tem uma coisa que está mudando o mundo, é a Internet das coisas. Do inglês, Internet of Things, é um conceito tecnológico em que todos os objetos da vida cotidiana estariam conectados à internet, agindo de modo inteligente e sensorial.
Consiste na ideia da fusão do “mundo real” com o “mundo digital”, fazendo com que o indivíduo possa estar em constante comunicação e interação, seja com outras pessoas ou objetos. Esta revolução tecnológica é considerada por muitos estudiosos a última etapa do processo de desenvolvimento da computação.

Quem utilizou pela primeira vez a expressão foi o pesquisador britânico, Kevin Ashton, do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Em 1999, Ashton escreveu o artigo “A Coisa da Internet das Coisas”, popularizando a expressão por todo o mundo.
No que depender da indústria, os investimentos nesse segmento só tendem a aumentar. Eletrodomésticos, carros, wearables ou “tecnologias vestíveis” – dispositivos tecnológicos utilizados como roupa, pulseiras, relógios, óculos, anéis, trajes e dispositivos que podem ser facilmente acoplados ao corpo -, chaves, mesas, espelhos e etc.

São inúmeras as possibilidades de anexar a computação em coisas que pertençam ao cotidiano das pessoas. Praticamente todas as grandes empresas do mercado apostaram em novidades “usáveis” para os consumidores.
E mais esta é uma inovação, um conceito, capaz de mudar não só como nós vivemos, mas também como trabalhamos. São possibilidades inúmeras.

Governo do Ceará autorizou a contratação de mais 730 policiais civis para reforçar o trabalho da segurança pública no Estado. Durante o anúncio, via redes sociais, Camilo Santana “enfatizou” que esforços “possíveis” estão sendo feitos para ampliar os investimentos no combate à criminalidade.
Ele citou: novos concursos, aumento de efetivo nos municípios cearenses, compras de viatura e equipamentos para as Forças de Segurança. Mas nada disso vai melhorar a questão da segurança no Ceará.

Inteligência, sim, como ele citou, mas inteligência aliada à tolerância zero com os grupos criminosos; mais investimentos em educação, saúde, saneamento e infraestrutura.
Ainda não será Camilo quem resolverá a questão da segurança no Estado. É um problema estrutural e exigirá longo prazo e muito recurso financeiro, para ser resolvido.

Na lista das 30 cidades que lideram o ranking dos municípios mais violentos do Brasil, formulado pelo IPEA e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em junho, as dez primeiras também estão entre aquelas com pouco saneamento e falta de infraestrutura: Altamira (PA); Lauro de Freitas (BA); Nossa Senhora do Socorro (SE); São José de Ribamar (MA); Simões Filho (BA); Maracanaú (CE); Teixeira de Freitas (BA); Piraquara (PR) e Porto Seguro (BA).

Em Altamira, por exemplo, o lençol freático está contaminado por esgoto doméstico e a água da cidade é imprópria para o consumo por conta das proximidades dos poços com as fossas das casas. Maracanaú também sofre com a falta de saneamento, serviço que foi privatizado na gestão do então prefeito, Júlio Cesar.
Segundo o Instituto Trata Brasil, o saneamento básico “traz outras formas de riqueza, como a geração de trabalho, evolução do turismo, melhora na escolaridade”, Então, a falta de saneamento traz formas de pobreza e degradação.
Pense sobre: O Brasil é rico por natureza. O que é preciso fazer para que essa riqueza seja utilizada em benefício de toda população?

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