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Colunista - Cláudio Humberto

Petrobras precisa enfrentar concorrência, diz Delfim

terça-feira, 23 de fevereiro 2021

Será um marco histórico nas finanças públicas do País
Presidente da Câmara, Arthur Lira, sobre as PECs do Pacto Federativo e Emergencial

A Petrobras se locupleta da lógica do mercado, sobretudo para se blindar de interferências, mas não se submete à lei de mercado mais saudável e preciosa: a concorrência. Do alto de sua experiência, o ex-ministro e consultor Delfim Netto está convencido de que a solução para a polêmica envolvendo combustíveis seria resolvida revogando-se a proibição para importar combustíveis. “A Petrobrás precisa ser submetida a concorrência”, aconselha o professor. Só a concorrência derruba preços.

Cade já recomendou
O Cade, que atua contra os cartéis, fez várias recomendações para o setor de combustíveis, incluindo extinguir a proibição de importação.

Monopólio arcaico
A Constituição poupa a Petrobras da concorrência, com o monopólio na lavra e refinação do petróleo e importação ou exportação de derivados.

Assim é mole
Quando roubada, como na era PT, ou vítima de má gestão, a Petrobras esquece o mercado e recorre ao Tesouro Nacional para cobrir prejuízos.

Reino dos cartórios
O cartel (ou “máfia”, como preferem donos de postos) das distribuidoras de combustíveis também se beneficia da falta de concorrência no setor.

Melhora diária
O Brasil superou média de 250 mil doses diárias aplicadas. Nessa toada, em menos de duas semanas teremos mais vacinados que infectados.

Ladeira acima
Sexto país no número de vacinados, o Brasil deve ultrapassar Israel esta semana e se tornar o quinto, atrás de EUA, China, Reino Unido e Índia.

Liderança isolada
Israel lidera a vacinação proporcional entre os países com mais de cinco milhões de habitantes: 85%. Em 2º estão os Emirados Árabes com 56%.

Quanto mais apanha…
Impressiona especialistas como Murilo Hidalgo, presidente do Paraná Pesquisas, o fato de o eleitor de Jair Bolsonaro não o abandonar, assim como ele parece governar para esse contingente. A pancadaria é inclemente, mas o presidente continua liderando pesquisas para 2022.

Toque de recolher em SP
A expectativa em São Paulo é do anúncio, nesta quarta (24), de toque de recolher em parte da noite e a madrugada, como em outros estados, na guerra contra Covid. Espera-se que Doria não viaje de férias outra vez.

Luna mandou bem
Em dois anos de Itaipu, o novo presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, promoveu economia de R$2,5 bilhões. Fechou a inútil sede em Curitiba e concentrou o trabalho na sede de fato, em Foz do Iguaçu. Cortou luxos, como carros oficiais, e patrocínios distribuídos sem dó.

O que atrasa o Brasil
Em vez de cobrar da Ford o devido pagamento dos direitos trabalhistas, a incorrigível Justiça do Trabalho proibiu demissões. Não por acaso a própria Ford escolheu não permanecer no Brasil e tantas outras empresas pensam cem vezes antes de contratar ou investir neste País.

Só uma nova missão
O telefone tocou, era Bolsonaro: “Pronto para nova missão?” Joaquim Silva Luna reagiu sem hesitar: “Estou sempre pronto a servir a Pátria!” Ouviu uma risada de satisfação e o convite para presidir a Petrobras.

Fim de uma farra
Autorizado pelo STF, o Ministério da Mulher completou a revisão de 25% de 2,5 mil anistias a ex-cabos da Aeronáutica. Dos 635 processos vistos, apenas 23 foram mantidos após comprovadas perseguições políticas. O fim da farra representa economia, até agora, de R$86 milhões anuais.

Especulação pura
A queda nas ações da Petrobras não decorre da troca no comando da estatal, mas de especuladores que viram oportunidade para lucrar mais. É só lembrar que algo só é vendido quando há quem queira comprar.

Há outros motivos
Os jornalões ignoraram, mas os investidores da Petrobras certamente foram influenciados também pelo incêndio de uma hora e meia em uma plataforma (P-48) da Bacia de Campos, no fim de semana.

Pensando bem…
…tem gente tão apegada à pandemia que será grave a crise de abstinência quando vencermos essa guerra.

Raposa política, José Maria Alkimin sempre se saía de situações de “saia justa”. Certa vez, solícito, recebeu um militar em audiência: “Tenha a bondade, major.” O militar esclareceu: “Não sou major, dr. Alckimin, sou apenas um capitão.” O político mineiro não se fez de rogado: “Para mim, é major, na promoção da minha amizade…”

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