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Colunista - Cláudio Humberto

PT pode até virar coadjuvante do Psol e PCdoB

segunda-feira, 21 de setembro 2020

Respeito com o dinheiro do povo brasileiro
Ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) defende uma ‘marca’ para o Governo Federal

Odeclínio eleitoral do Partido dos Trabalhadores chama atenção para o presidente do instituto Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo. Em 2016, o partido de Lula perdeu 60% das prefeituras que conquistou em 2012 e a expectativa para 2020 é ainda pior. “O PT tem tudo para virar coadjuvante do Psol e PCdoB, nos grandes centros urbanos”, prevê Hidalgo. O exemplo mais óbvio é a candidatura de Guilherme Boulos a prefeito de São Paulo, com apoio do PT, que não terá candidato próprio.

Nem Haddad
O único nome possível do PT em São Paulo é do ex-prefeito Fernando Haddad. Ainda assim ele é segundo ou terceiro colocado nas pesquisas.

A regra é compor
Murilo Hidalgo cita outro exemplo. O atual prefeito de Belém do Pará, Edmilson Rodrigues (Psol), que já ganhou apoio do PT no início do ano.

Nem com ajuda
Em Salvador, até o candidato do PCdoB aparece à frente do candidato do PT, que é o partido do governador da Bahia, Rui Costa.

Tendência: nanico
O PT já não governa nenhuma das 100 maiores cidades do Brasil, incluindo as 26 capitais estaduais e o DF.

Dobrando o custo
Pagando 200 reais mensais em 2021, o Governo quase vai dobrar o custo atual do Bolsa Família, que passará a R$ 40 bilhões anuais.

Cobertor curto
Para pagar 300 reais mensais, como quer Bolsonaro, o programa custaria R$ 60 bilhões por ano. E o Governo não tem todo esse dinheiro.

Socorro necessário
O valor do Bolsa Família seria maior não fosse a necessidade de incluir no programa 8 milhões de “invisíveis” que apareceram durante a crise.

Melhor calar
Rodrigo Maia disse que a visita de Mike Pompeo (EUA) afronta nossas tradições. Como se fosse inaceitável a visita do secretário de Estado de uma nação amiga. Afronta as tradições a sua pretendida reeleição para presidente da Câmara na mesma Legislatura, vedada pela Constituição.

Marca histórica
“É a maior operação de transferência de recursos para um programa social da nossa História”, avalia o ministro Onyx Lorenzoni (Cidadania), sobre os R$ 200 bilhões pagos ao povão a título de auxílio emergencial.

Polícia Federal neles
O ministro do GSI, general Augusto Heleno, acusou a ONG Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) de produzir site de fake news contra o Brasil, imputar crimes ambientais a Bolsonaro, além de apoiar campanhas internacionais de boicote a produtos brasileiros. Caso de polícia.

Evolução forçada
Ajustes para adaptação de empresas à nova realidade imposta pela pandemia trouxeram soluções inovadoras. Estudo da Firjan mostra que o setor deve conseguir reduzir os custos com energia em até 41%.

Crédito antivírus
Até a última semana, mais de R$ 2 bilhões em linhas de crédito contra a covid-19 foram contratados por pequenos comerciantes do Centro-Oeste, Norte e Nordeste, segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional.

Privatização é incógnita
Para o advogado especialista em recuperação judicial Claudio Serpe, a privatização dos Correios é uma grande incógnita, pois “demandará um estudo amplo e com muito debate antes de ser colocada em prática”.

Tema da semana
Segundo o painel Bússola Covid-19, o deputado Osmar Terra (MDB-RS) foi o político que mais abordou o coronavírus nas redes sociais, semana passada. Mais que o dobro de Benedita da Silva (PT-RJ), em segundo.

Primeira leva
Projeto de Lei Orçamentária Anual, enviado ao Congresso pelo Governo Federal, prevê a contratação de mais de 53 mil pessoas por concurso público em 2021. Podem ser os primeiros após a reforma administrativa.

Pensando bem…
…é bem possível que, este ano, até eleição acabe em pizza.

Ao visitar Portugal, Juscelino Kubitschek foi recebido pelo ditador Oliveira Salazar com festas e homenagens. Mas houve um momento em que conversaram a sós. Salazar fazia longa consideração sobre escritores, mas JK estava distante: não via a hora de entregar-se – digamos – a um programinha pessoal. Salazar não parava de falar: “Nossos povos têm poetas e romancistas. Não têm, porém, filósofos…” Juscelino esperava a conclusão do raciocínio, e o ditador arrematou: “…nossos povos, Excelência, não pensam.”

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