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Colunista - Cláudio Humberto

Relação degastada faz Bolsonaro demitir ministro

sexta-feira, 14 de junho 2019

Podem ser incluídos a qualquer momento
Deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), relator, sobre estados e municípios na reforma

Ademissão de Carlos Alberto dos Santos Cruz da chefia da Secretaria de Governo decorre do desgaste de relacionamento com o presidente Jair Bolsonaro, após os conflitos do general com pesos pesados do bolsonarismo – do filho deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) a Olavo de Carvalho, passando pelo deputado Marcos Feliciano (PSL-SP). Sempre pronto a não deixar insulto sem resposta, muitas vezes Santos Cruz contribuía para aumentar o problema, irritando o presidente.

Postura firme
General com gabinete no Planalto disse à coluna que “a postura firme de Santos Cruz” nos conflitos foi determinante no desgaste.

Paixão colorada
Cruz parecia bem, terça (11), em evento na embaixada de Portugal, mas na lapela não exibia a bandeirinha do Brasil, do Inter, seu time.

Chumbo trocado
Chamado por Feliciano de “infiltrado contra a revolução conservadora”, Santos Cruz afirmou que Olavo de Carvalho era “desequilibrado”.

Era questão de tempo
Eduardo Bolsonaro acusou Santos Cruz de não estar “alinhado” com o pai e avalizou críticas de Olavo. Sua demissão era questão de tempo.
Esquema profissional
A expectativa do Planalto é que a PF desmascare um esquema de espionagem, com postos no exterior, para desmoralizar a Lava Jato,

Onda solidária
A hesitação inicial do Governo em relação ao caso deu lugar a uma onda de solidariedade de políticos, magistrados e procuradores.

Estranha euforia
Nada foi tão contundente, em defesa da Lava Jato, quanto a do ministro Luís Roberto Barroso, ao ironizar a “euforia dos corruptos”.

Da caserna ao ministério
O general de Exército Luiz Eduardo Ramos Batista Pereira, terá de sair da ativa para assumir o cargo de ministro-chefe da Secretaria de Governo. Ele assumiu o Comando Militar do Sudeste há 40 dias.

Me engana que eu gosto
Ontem foi mais uma quinta-feira em que a Câmara dos Deputados presidida por Rodrigo Maia registrava 409 deputados presentes ao plenário, só que não. Somente se viam meia dúzia deles.

Tênis na aposentadoria
Amigos de Pedro Bório, em campanha para ser embaixador em Washington, dizem na Câmara que ele “joga tênis com Bill Clinton”, ex-presidente há 18 anos. Deputados do baixo clero se impressionam.

Sindipilantragem
Decisão do TRT-SP proibindo greve no Metrô-SP nesta sexta (14) mostra a que ponto chegou a pelegada no Brasil. Uma mesma linha foi dividida em três só para criar três sindicatos e habilitá-los ao rateio do dinheiro fácil do imposto sindical. Que, felizmente, já não é obrigatório.

Consolidação
O deputado Jerônimo Goergen (PP-RS) acredita que a aprovação do relatório da reforma da previdência acabará com lorotas da oposição: “Será uma vitória expressiva, que consolidará a base”.

Oportunismo
O centrão sacou a malandragem da deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), que tenta tirar proveito da arapongagem contra Sérgio Moro. A única trama dessa história foi da gangue que assaltou a Petrobras.

Lados opostos
O MDB não dividirá palanque com o PSB do governador Paulo Câmara na disputa da Prefeitura do Recife. Sem vereador na Câmara, o MDB decidiu lançar candidato próprio em 2020.

Freio de arrumação
Crítico contumaz do Sistema S, o ex-senador Ataídes Oliveira é monitorado para compor a equipe do ministro Paulo Guedes. E tocar o plano de cortar os recursos das milionárias entidades.

Pensando bem…
…a pelegada do movimento sindical insiste na malandragem da “greve geral” às sextas, alongando o fim de semana para comprar simpatias.

Entrevistando ao vivo o então presidente do PT, Tarso Genro, na era pós-roubalheira do mensalão, o âncora Estevão Damásio testou o bom humor do político gaúcho: “Como o PT fará, agora, para arrecadar recursos para suas campanhas?” A reação de Genro foi de surpresa: “Isto é pergunta que se faça?…” Depois, ambos caíram na gargalhada.

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