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Colunista - Cláudio Humberto

Roma: eventos na embaixada desmentem Patriota

sexta-feira, 22 de março 2013

• Ao contrário da tola explicação do chanceler Antonio Patriota para a opção da presidenta Dilma pelo mais luxuoso hotel da Europa, a embaixada do Brasil em Roma funciona normalmente. Na terça (19), ofereceu um recital para convidados e até dará um curso de samba. A lorota de Patriota: Dilma ficaria em hotel por ser iminente a substituição do atual embaixador, insinuando que a embaixada estaria às moscas.

• Opção pelo luxo – A sede da embaixada do Brasil dispõe de suítes amplas e confortáveis, mas Dilma preferiu o Westin Excelsior, luxuoso hotel de celebridades.

• Protesto ignorado – Em seu hotel de luxo, Dilma escapou de protesto dos italianos contra a proteção do governo petista ao terrorista Cesare Battisti.
• Povo esquisito – À exceção da equipe de segurança, é pública a lista da comitiva que acompanha Barack Obama em viagens internacionais. Já no Brasil…

• Turismo oficial – O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) achou um acinte a comitiva de 52 pessoas que Dilma levou a Roma: “Foi turismo oficial”.

PR não vai tolerar que Blairo saia do partido
• A cúpula do Partido da República (PR) avisou que não aceitará a saída do senador Blairo Maggi (MT): se ele abandonar o PR, perderá o mandato. Maggi afirmou que não se sente confortável em um partido chefiado pelo deputado Valdemar Costa Neto (SP), condenado no Supremo Tribunal Federal a 7 anos e 10 meses de cadeia por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

• Outro tratamento – O tratamento a Blairo Maggi é diferente daquele concedido ao deputado Sandro Mabel (GO), que saiu do PR para se filiar ao PMDB.

• Primo rico – O Brasil doou 2 mil toneladas de arroz à Uganda, pela primeira vez, através do Programa de Alimentos da ONU para 155 mil refugiados.

• Cansei – O deputado José Genoino (PT-SP) não pensa em livro para se defender no caso do mensalão. “Já tenho livros pra chuchu”, afirmou.

• Poder sem eleição – Prefeitos de todo o País fazem fila no Congresso para acusar o Ministério Público de intromissão em assuntos como transferência de professores e até na nomeação para cargos comissionados.  

• Fiscalização – O ministro José Jorge (TCU), que passa este mês no Rio – onde fica escritório de fiscalização do setor de energia – visita hoje as obras de construção da Usina Nuclear Angra 3. Há suspeitas de irregularidades. 

• Compulsório – Deve ser votado no início de abril o projeto do senador Luiz Henrique (PMDB-SC) que propõe a retenção, para investimentos nos próprios Estados, de 20% das mensalidades de suas dívidas com a União.
• Clima de 2014 – Em reunião sobre a MP dos Portos, o senador Humberto Costa (PT-PE) criticou que a expansão do Porto de Suape não é licitada para favorecer monopólios. O complexo é administrado pelo governador Eduardo Campos (PSB), cotado para disputar o Planalto em 2014.

• Voz da experiência – Jorge Gerdau é um dos confirmados no II Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, de 23 a 25 de abril, em Brasília. Debaterá “Os desafios da gestão e as obrigações legais dos prefeitos”.

• Molecagem – O Santander optou pela rispidez, nas cobranças. Alvo de grosseira, um cliente de Brasília pediu o sobrenome do cobrador, um “Rodrigo”. Ele não informou e ainda debochou: “você não quer meu CPF também?”

• O choro é livre – Uma liminar da Justiça Federal do DF suspendeu o processo disciplinar contra um policial federal de Brasília que em e-mail a Dilma, no “Fale com a Presidente”, reclamou dos salários e das condições de trabalho.

• Carochinha – A sueca Saab recomeçou o lobby pelos Gripen na concorrência da FAB: um diretor disse à Reuters, em Estocolmo, que o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT-SP), garantiu ser “o favorito” de Dilma. 

O PODER SEM PUDOR
O homem das gravatas
Papagaio-de-pirata oficial da presidenta Dilma, Aloizio Mercadante adora viagens a Roma. Tanto fez que se meteu na comitiva que o então presidente Lula levou ao enterro do papa João Paulo II, em abril de 2005, da qual faziam parte figuras como o ex-ministro Nelson Jobim e os ex-presidentes José Sarney e FHC. Alheio à comoção, Mercadante gastou todo o tempo que pôde, em Roma, comprando gravatas em lojas de grifes caras. Virou alvo da gozação de Jobim e FHC, e acabou confessando que também comprara muitas gravatas em camelôs. Mas estas seriam colocadas nas embalagens das gravatas de grife e presenteadas aos amigos. Muy amigos, pelo visto.

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