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Colunista - Cláudio Humberto

Simone buscará reverter cinco ou seis votos de Pacheco

quarta-feira, 13 de janeiro 2021

Estamos próximos… talvez não um consenso, mas um acordo
Do vice-líder na Câmara, Joaquim Passarinho (PSD-PA), sobre a votação da reforma tributária

Ots senadores do MDB estimam que a reversão de cinco a seis votos prometidos a Rodrigo Pacheco, candidato apoiado pelo PT, garantirá a vitória de Simone Tebet (MS) na disputa pela presidência do Senado. A bancada do MDB, ontem (12), concluiu que ela é a opção que mais somará apoio, na campanha. Sua liderança, há dois anos, garantiu a vitória de Davi Alcolumbre (DEM-AP) contra Renan Calheiros (MDB-AL).

A primeira presidente
Filha do falecido Ramez Tebet, que ocupou o mesmo cargo, Simone está a caminho de fazer História, como a primeira mulher a presidir o Senado.

Ingratidão
Alcolumbre não mostrará gratidão. Apoia Rodrigo Pacheco (DEM-MG) em obediência ao deputado Rodrigo Maia, inimigo de Jair Bolsonaro.

O jogo começou
Com a candidatura de Simone Tebet definida, Rodrigo Pacheco já não estará fazendo campanha sozinho. O MDB vai participar da campanha.

Unidade difícil
A dúvida é a unidade do MDB. Renan Calheiros, por exemplo, está entre se vingar de Simone, negando-lhe voto, ou de Alcolumbre, que o bateu.

Escondido no gabinete
Há dias, os 78% já haviam sido considerados um fracasso e Dória sequer deu entrevista, outrora tão frequentes, em seu show do meio-dia.

Parceria inabalada
Ao enfrentar a realidade de apenas 50% de eficácia, restou ao governo de SP a incrível boa vontade dos jornalistas para justificarem o fiasco.

Caiu como uma bomba
Questionado sobre se manteria a compra de 100 milhões de doses do imunizante, o Ministério da Saúde optou por não responder.

Fraude como ‘jeitinho’
A proposta do PSL a deputados que se recusam a votar em Baleia Rossi, oferecendo-lhes “expulsão consensual” com a garantia de que não perderão os mandatos, é considerada uma fraude à legislação. Além dos suplentes, o MPF dificilmente deixaria de denunciar a ilegalidade.

Todo boicote a Ford
Se a Ford abandonará o Brasil, os brasileiros deveriam boicotar os seus produtos. E o governo deveria exigir desses espertalhões a devolução dos R$20 bilhões em impostos que foram dispensados de pagar desde 1999, segundo a Receita Federal. Vão embora porque queriam mais.

Humorista no Butantan
Ao tentar justificar o fiasco da eficácia da Coronavac, apenas 0,38% acima do mínimo, o diretor de pesquisas do Butantan, Ricardo Palacios, disse que “importante não são os números”. Um humorista, o rapaz.

Melhor que nada
O secretário de Saúde do governo do Distrito Federal, Osnei Okumoto, disse ontem à coluna que, apesar da baixa eficácia global da Coronovac, a vacina deve ser utilizada no País, junto com a de Oxford/Astrazeneca.

Calote socialista
O PSB do governador capixaba Renato Casagrande resiste em pagar dívida de campanha do candidato a prefeito de Serra (ES), Bruno Lamas, do seu partido. Os prejudicados prometem ir à Justiça contra o calote.

UBS reduz agências
Além de montadoras, outros setores reduzem suas estruturas em todo o mundo. O UBS, maior banco da Suíça, anunciou nesta terça (12) que fechará 20% de suas agências naquele país ainda neste trimestre.

Empresas se programam
Empresas multinacionais já apresentaram planos de vacinação dos seus de empregados, mundo afora, onde não existe SUS e a vacina é paga. O calendário é diferente de governos, mas prevê imunização até dezembro.

‘É verdade esse bilete’
O Barein chegou a 96,2 mil casos confirmados de covid, cerca de 10% mais infecções que a China, origem do vírus e com população mil vezes maior. Atualmente a China diz ter 87,6 mil casos registrados. Hahahaha!

Pensando bem…
…o resultado da Coronavac é tão fraquinho que tem gente achando a máscara mais eficaz que a vacina.

Logo após propor um “choque de capitalismo” no Brasil, em discurso redigido por Jorge Serpa sob encomenda de Roberto Marinho, o candidato tucano a presidente em 1989, Mário Covas, foi a uma reunião com 21 capitães da indústria paulista para tentar obter apoio e doações. Falando de improviso, ele atacou duramente a Zona Franca de Manaus. Um dos presentes, empresário da área, segredou ao então deputado José Serra: “Sinceridade, assim, não é possível! Ele tem que mentir um pouco…”

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