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Colunista - Tarcília Rego

Temer abre, mas o aguardado é Trump

terça-feira, 19 de setembro 2017

Hoje, o Brasil abre o debate geral anual da Assembleia Geral das Nações Unidas, que conta com a participação de chefes de Estado e de Governo de todos os 193 Estados-membros das Nações Unidas. A 72a sessão foi iniciada dia 12, na sede da ONU, em Nova Iorque.
O debate geral anual dá aos Estados-membros a oportunidade de expressar suas visões sobre as principais questões internacionais, será realizado de hoje (19), até segunda-feira, 25 de setembro. Será seguido por uma reunião de alto nível da Assembleia para avaliação do Plano de Ação Global das Nações Unidas para Combater o Tráfico Humano.

A abertura dos debates da Assembleia Geral será feita pelo Brasil, como é praxe, com o presidente Michel Temer (PMDB). Mas é o discurso da sequência, de Donald Trump, o mais aguardado.
O líder americano falará a líderes e representantes dos outros 192 países depois de tirar os EUA do Acordo de Paris sobre o clima – um dos mais ambiciosos já conseguidos na história da ONU – e propor cortes no financiamento do país ao organismo.
No último dia 15, a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, tentou minimizar o mal-estar, dizendo que Trump “sempre acreditou no grande potencial” do organismo está ficando “mais eficiente”.

A embaixadora Haley e o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, H. R. McMaster, anteciparam quais devem ser os principais pontos do discurso de Trump: promover a paz, a prosperidade e “defender a soberania” das nações e que sejam responsáveis por seus atos – em especial, Venezuela e Síria.
A ausência dos líderes Xi Jinping (China) e Vladimir Putin (Rússia) também sinaliza a atenção cada vez menor dada por nações influentes às Nações Unidas. A cobertura completa do encontro estará disponível no site www.onu.org.br/tema/unga e no site oficial da Assembleia Geral, em www.un.org/en/ga.

Investir em renováveis é fundamental para que o Brasil alcance a meta de reduzir em 43% até 2030 sua emissão de gases de efeito estufa e ajudará a manter o aquecimento global abaixo de dois graus Celsius, limite fixado no acordo do Clima de Paris, assinado em 2015. Mas a realidade é outra, por exemplo, atualmente, a participação da fonte solar na matriz energética representa apenas 0,02% do total produzido no país.

Um grupo de investidores brasileiros e portugueses anuncia, nesta terça (10) o lançamento de um banco de investimentos global dedicado exclusivamente a projetos com retorno não só financeiro como social e ambiental. Sediado em Londres, o Granito&Capital nasce com um mandato para captar US$ 2 bilhões para projetos nas áreas de energia renovável, saúde, desenvolvimento urbano, infraestrutura e finanças.
US$ 28 trilhões é a soma dos recursos geridos no mundo, dentro de estratégia de investimento responsável, que levam em consideração o impacto ambiental, social e de governança justa de um empreendimento.

Com satisfação recebo convite para mediar sessão plenária de “Geopolítica e Relações Comerciais Internacionais na Era da Sustentabilidade”, na décima edição do All About Energy Congress & Expo 2017 a ser realizada de 04 a 06 de outubro, no Terminal Marítimo de Passageiros, no Mucuripe, em Fortaleza.

 

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